01 julho 2016

Aloe Vera, a maravilha proibida. Parte II

A cura do câncer segundo o Frei Romano Zago.

Resumo das conferências proferidas por Frei Romano Zago*, Sacerdote Franciscano, sobre o tema, em Portugal, nas localidades de Odivelas, S. João de Brito (Lisboa), Coimbra e Porto


Num grande percentual, os casos de câncer tem cura. 
Como? Usando os poderes curativos de uma planta muito comum entre nós: o Aloe Barbadensis, também conhecido por Aloe Vera, vulgarmente designado "babosa", por deitar uma baba, ou "aloés". Sua floração dá-se no inverno, e suas flores são de coloração vermelha e/ou amarela.

O que é necessário?
São os seguintes os ingredientes: - Meio quilo (1/2 Kg.) de Mel puro; - Três (03) a quatro (04) colheres das de sopa de: aguardente, conhaque ou whisky; - Duas folhas das médio-grandes, ou três das pequenas, da babosa.


Como fazer?
Lavar bem as folhas, retirar os espinhos, e cortar essas folhas em diversos pedaços. Deitar esses pedaços num triturador e deixar bater até desfazer os pedaços das folhas, até que todo o conteúdo tenha a consistência de uma papinha. Juntar os outros ingredientes num copo largo ou vasilha semelhante. Misturar tudo com uma colher de pau. O remédio está pronto. Não é necessário guardá-lo em geladeira, mas é adequado resguardá-lo da luz. O ideal seria armazená-lo num vidro escuro, bem fechado, em local ao abrigo da luz, seco e fresco.

Que cuidados se deve ter?
As folhas devem ser retiradas de plantas com mais de quatro (04) anos de idade; - Não se deve utilizar as folhas muito novas (muito de cima), nem as muito velhas (mais de fora); - As folhas ideais são as do meio, de idade intermediária; - As folhas devem ser colhidas antes do nascer do sol, ou depois dele se pôr, uma vez que a luz solar, após sua recolha, lhes retira propriedades benéficas; - Procurar plantas que não estejam muito próximas de meios poluídos, pois elas absorvem as toxinas; - Se as tiver em casa, evite o contato delas com a fumaça do tabaco.

Como usar?
Tomar uma (01) colher das de sopa entre quinze (15) e trinta (30) minutos antes de cada refeição (café-da-manhã, almoço e jantar). Deve-se agitar o líquido antes de tomar. -

Como preventivo:
Tomar uma (01) dose completa uma (01) vez por ano, e/ou quando surgirem problemas de saúde, tais como gripe, resfriado, etc. Nesses casos, tomar durante quatro (04) ou cinco (05) dias. Se, durante o tratamento, preventivo ou não, surgirem condições anormais (como vômitos, diarréias, pruridos, abcessos - nesse caso, coloque a folha da babosa cortada ao meio sobre o abcesso -, urina escura ou aparentando conter sangue, ou ainda outros sintomas), isso não deve ser motivo de preocupação - pelo contrário, aliás. Essas ocorrências devem ser motivo de satisfação, pois é sinal de que o organismo está eliminando o mal, as toxinas. Não é conveniente, nessa fase, interromper o tratamento. 


No caso de se ter câncer:
Tomar uma (01) dose completa (o vidro todo), voltando, posteriormente a isso, a fazer os exames médicos, para verificar se houve cura, se a doença estacionou ou se continua a evoluir.
Nesse último caso, de a evolução do câncer continuar, para ajudar a barrar o progresso da enfermidade, e para que o tratamento tenha os melhores resultados, é conveniente durante o período em que se consome o remédio que aqui é ensinado, abster-se de:
- carnes de qualquer espécie (bovinos, equinos, caprinos, ovinos, suínos, aves, peixes, répteis, anfíbios, insetos, moluscos, crustáceos, batráquios - não consumir nenhum tipo!); - ovos de qualquer espécie; - leite de qualquer tipo;
- derivados do leite (queijo, manteiga, nata, soro, etc.); - gorduras de origem animal.

Se, após a primeira dose completa, estiver totalmente curado, pode interromper o tratamento.
No caso do doença persistir, quer estacionada, quer em evolução, continuar o tratamento com intervalos, entre as doses completas, com intervalos entre sete (07) a dez (10) dias.
Se a doença se mantiver, a partir do terceiro (3º) tratamento completo, deve-se duplicar a dose, ou seja: em vez de tomar uma (01) colher das de sopa três (03) vezes por dia, tomar duas (02) colheres das de sopa de cada vez.
Segundo os dados colhidos entre inúmeras curas já realizadas, é possível concluir o seguinte:
- Câncer de fígado - cura fácil; - Câncer da próstata - cura relativamente fácil; - Câncer da mama - cura relativamente fácil;
- Câncer nos ovários - cura relativamente fácil; - Câncer no útero - cura relativamente fácil; - Leucemia - cura relativamente fácil;
- Câncer no pulmão - cura mais difícil; - Linfoma - a cura mais difícil de todos os tipos de canceres (mas houve casos de cura);
- Outras doenças curáveis: doenças de pele em geral (inclusive canceres de pele, como carcinoma e melanoma, por exemplo, e doenças como vitiligo, psoríase, erisipela, etc.), reumatismo, artrite e úlceras.

A babosa também pode ser utilizada no tratamento de calos, pequenas afecções da boca, queimaduras (inclusive térmicas, radioqueimaduras, de raio-x e nucleares em geral), feridas, hemorróidas, varizes, caspa, dermatites, etc. Para isso, basta aplicar a polpa da folha, ou o suco obtido, sobre a parte afetada. No caso de hemorróidas, por exemplo, pode-se embeber um chumaço de algodão no suco das folhas e aplicá-lo assim no local. Há quem prefira assar as folhas e as esfregar, ainda quentes, sobre as zonas afetadas por dores reumáticas, obtendo, assim resultados muito positivos.

Deus criou a natureza com sabedoria infinita e dotou-a de tudo aquilo que o homem precisava para ter uma vida feliz e tranquila, mas a ganância e ignorância humanas subvertem essa situação.

Voltemo-nos, pois, para a natureza, e sirvamo-nos de tudo o que ela, generosamente, nos oferece, para o bem de todos os nossos semelhantes, louvando o Senhor pela beleza de Sua criação, agradecendo tudo o que Ele, na Sua Bondade, nos ofereceu.


Zhannko Idhao Tsw zhannko@yahoo.com.br


*Frei Romano Zago, OFM,
nasceu em Batuvira, atual Município de Progresso, na época, integrante do então vasto Município de Lajeado, RS, aos 11/08/1932, filho primogênito de Gildo Zago e de Rosa Emilia Zancanaro.
Após o primário, na comunidade de origem, internou-se no Seminário Seráfico São Francisco, de Taquari, RS, em fevereiro de 1944. Concluídos o Ginásio e o Clássico, entrou no Noviciado em 1952, no Convento São Boaventura, de Daltro Filho, na época , Distrito de Garibáldi, RS. Ali, depois de um ano como noviço, cursou a Filosofia. No início de 1955, transferiu-se para Divinópolis, no Oeste de Minas Gerais, onde concluiu os quatro anos da Teologia. Em agosto de 1958, foi ordenado sacerdote, na mesma cidade.
Em 1959, ei-lo professor no Seminário de Taquari, por onde passara como aluno. Em 1971, diplomou-se em línguas e literaturas latina, portuguesa, francesa e espanhola, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS).

Como sacerdote, exerceu o cargo de pároco na Paróquia São Francisco de Assis, POA, de 1970-1975, na Paróquia São José, da bicentenária Taquari, em 1984-1985 e na Paróquia Santo Antônio, de Pouso Novo, em 1989-1991.

Na sua Província São Francisco de Assis, praticou o magistério por 20 anos, servindo, neste período, como guardião, mestre de clérigos e secretário.
Em maio de 1991, aproveitando seu domínio de línguas, por solicitação, o Governo geral da OFM enviou-o a serviço da Custódia da Terra Santa. Ali exerceu o cargo de mestre de clérigos do Curso de Filosofia, em Belém, como também deu aulas de iniciação ao Latim, no Studium Biblicum Franciscanum, de Jerusalém, além de ter servido, algumas vezes, de guia de peregrinos.

De volta aos pagos, em 1995, iniciou a redação de Câncer Tem Cura!, obra de repercussão mundial, dada a importância do assunto, hoje traduzida para o inglês, alemão, francês, italiano, espanhol, castelhano (Argentina), grego, croata, esloveno, estando já liberada a licença para a tradução em romeno e húngaro.

Constatando dificuldades dos leitores e usuários sobre as qualidades medicinais e seu modo de usá-la, em 2002, decidiu escrever Babosa Não É Remédio... Mas Cura!, obra mais simples e prática, preconizando a forma de preparar sua receita personalizada (Iª Parte), garantindo que babosa não é planta tóxica (IIª Parte), se ingerida na quantidade indicada na receita, e explorando o emprego da babosa (IIIª Parte) em mais de 130 tipos de doenças, expostas em ordem alfabética, de A a Z. Tal livro saiu traduzido para o italiano (ALOE non È una Medicina, eppur... Guarisce!) e inglês, em 2007.

À Avenida Juca Batista, 330, no endereço onde vive, Frei Romano, além de responder cartas, fax, telefonemas, e-mails, referente à babosa, nas horas de folga, ocupa-se na pesquisa para resgatar a memória histórica dos Frades Franciscanos falecidos no RS. Sob a Coleção De Fratribus Nostris, ( nossos Frades), já publicou, em nível de Província, sete volumes, tendo um na gráfica e outro entra na reta final de preparação. De sua autoria, saiu a lume Os Franciscanos Missionários Gaúchos na Indonésia. Em Um Jeito de Ser, crônicas franciscanas, explora o lado humorístico de situações peculiares vividas pelos frades. Esta coleção leva o título De Fratribus Claris (Frades famosos). Referentemente ao tema, Frei Romano pesquisa as sucessivas manifestações de humor, registradas por escrito, na Província, pretendendo dá-las a público, ao que tudo indica, ainda 2007.


Aloe Vera - A planta milagrosa
Paulo Vianna /Editora Globo

Suas folhas são viscosas, pontiagudas e sua cor varia do cinza ao verde brilhante, passando pelo amarelo. Seu toque é suave, semelhante à borracha e o interior parece ser feito de geléia.
Personagens importantes na história, como Cleópatra e Alexandre, o Grande, eram seus admiradores.
Os índios americanos já a chamavam de varinha de condão celeste quando Cristóvão Colombo a descobriu, dando-lhe o nome de médico vegetal. Na Grécia antiga, suas aplicações curavam desde a dor de estômago até a queda de cabelo, passando pelas alergias, dores de cabeça, manchas na pele, queimaduras e ferimentos em geral.
Cientistas soviéticos descobriram, recentemente, que ela é capaz de curar também congestão nasal.
Conhecida há pelo menos três mil anos, somente, no último século é que a misteriosa e mágica babosa - chamada também de Aloe Vera - conquistou o interesse da ciência oficial.
Hoje em dia, vários centros de pesquisa nos hospitais e na indústria cosmética estão trabalhando para conhecê-la e aplicá-la nas suas múltiplas funções.
Pertencente à família das Liliáceas, da qual fazem parte a cebola, o nabo e os aspargos, a erva babosa apresenta-se em mais espécies, algumas delas sendo mais eficientes que outras. Suas aplicações, atualmente, embora não totalmente conhecidas, expandiram-se e abrangem problemas como a artrose, a acne, a úlcera e até cardiopatias.
Há produtos no mercado norte-americano que prometem a cura do diabetes, do câncer e até da tuberculose.
No entanto, as reconhecidas propriedades antiinflamatórias e antibacterianas da babosa ainda não foram testadas em seres humanos portadores dessas doenças.
Em função disso, há uma divergência de opiniões entre os produtores e processadores da planta e o órgão federal americano FDA- Food and Drug Administration, responsável pelo controle da produção e comercialização de todos os produtos químicos à venda no território americano.
Relatórios do FDA têm sido publicados recentemente, mostrando uma grande preocupação com a base científica de promessas envolvendo a cura de tais doenças.
Pesquisa realizadas por vários especialistas são cada vez mais frequentes e parece estar surgindo um consenso científico bastante tranquilizador.
A verdade é que, por ser considerada por muitos como a legítima panacéia universal, a babosa, ou os produtos que a têm como componente da fórmula vende como água no deserto, e o resultado de suas aplicações tem sido fantástico.
Considerada pela comunidade cientifica como antibiótico, adstringente, coagulante, inibidora da dor e estimulante da regeneração dos tecidos e da proliferação das células, essa planta milenar vem conseguindo o respeito de todo o planeta. E, mesmo com toda a tecnologia do séc. 2O, ainda não se descobriu todo o seu potencial.
A Aloe Vera nome pelo qual ela se apresenta em vários produtos cosméticos é constituída de 96% de água e de 4% de complexas moléculas de carboidratos. É essa água toda que a toma capaz de exercer o seu mais importante papel: o de penetrar profundamente em qualquer tecido e lá operar seus efeitos prodigiosos.
Em sua composição foram identificadas inúmeras substâncias. Entre elas estão polissacarídeos contendo glicose, galactose e xilose, tanino, esteróides, ácidos orgânicos, substâncias antibióticas, enzimas de vários tipos, resíduos de açúcar, uma proteína com 18 aminoácidos, vitaminas, minerais, sulfato, ferro, cálcio, cobre, sódio, potássio, manganês e outras.
A mistura de todos os ingredientes ativos na babosa obtida através da geléia que fica dentro da folha e é responsável pela amplitude do seu poder de cura. Por exemplo, uma das enzimas é capaz de destruir uma substância formada na inflamação, enquanto outra substância reage com as enzimas destrutivas e corrosivas, apressando a sua morte.
A vitamina C, encontrada em grandes quantidade na babosa, ajuda a manter a saúde dos vasos sanguíneos, promovendo com isso uma boa circulação.
O potássio, por seu turno, colabora para a manutenção do ritmo cardíaco, além de estimular as funções renais, o que faz da babosa uma verdadeira faxineira no seu corpo.
O cálcio acelera a coagulação e a ativação das enzimas. O cálcio também é responsável pelo controle dos movimentos cardíacos.
O sódio, trabalhando junto ao potássio, estabiliza o nível de hidratação do organismo.
O manganês oferece condições para que as enzimas digestivas trabalhem com maior eficiência, impedindo à formação das dolorosas pedras no rim.
Ele tem-se mostrado útil no tratamento da angina e também da trombose das coronárias.
O ferro operando em equipe com as hemoglobinas, ajuda a transportar oxigênio para as células.
Estas são algumas das funções conhecidas da geléia da babosa no nosso organismo.
Mas é interessante observar que essas substâncias só podem agir com tanta eficiência graças à capacidade que a Aloe Vera tem de penetrar nos tecidos, digerindo o tecido morto pela ação e suas enzimas e intensificando a proliferação normal das células.
Há relatórios comprovando que a atividades das enzimas da babosa reduz e em alguns casos elimina cicatrizes, manchas do fígado, rugas, bolhas e outras marcas.
Numa área afetada por alguma ação externa, como uma ferida ou uma mordida de cobra, por exemplo, os desintoxicantes naturais da babosa participaram do processo de cura pela inibição dos efeitos inflamatórios ou venenosos.
Novamente, através do seu extraordinário poder de penetração, a erva reduziria o sangramento pela ação coagulatória, regenerando o tecido.
No caso de atletas contundidos, ou machucados, a utilização da planta tem-se mostrado altamente eficaz, tendo-se registrado casos de restabelecimento em menos de 15 dias.


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