Observatório Cósmico

03 novembro 2016

Sintonize-se com as Energias de Novembro.



T
erminamos outubro e começamos este mês de novembro com uma intensa Lua Nova nas águas profundas de Escorpião, em 30 de outubro. Escorpião navega através de nossos domínios interiores, abrindo acessos para todos os nossos sentimentos/aspectos ocultos que precisamos trazer à luz e acolher com uma compreensão mais elevada – em vez de utilizar a perspectiva crítica da nossa mente inferior. É uma Lua Nova mágica, intuitiva e apaixonada, principalmente com o Sol, Lua e Mercúrio em Escorpião também. Um momento para novos encontros de alma e um momento igualmente para interiorizar-nos e receber novas revelações, à medida que também reservamos tempo para fazer a necessária autocura e purificação antes de acessar uma nova etapa.

21 outubro 2016

Ramatis e a Transição Planetária em curso.


Ramatis viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. De inteligência fulgurante, desencarnou bastante moço.

Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no Século IV, quando participou do Ciclo Ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu RAMAIANA.

Ramatis nos acompanha desde o tempo da Atlântida há 28.000 anos e algumas vezes encarnou-se para nos ajudar. Foi o grande filósofo Shy-Ramat na Atlântica, no Templo do Sol e da Paz; depois um sensato Grão Sacerdote no Egito, no tempo do faraó Amenhotep IV; mais tarde o insigne Pitágoras na Grécia, Phylon de Alexandria, no tempo de Jesus; finalmente Rama-Tys, sacerdote budista avançado na Indochina, há 1.000 anos, quando muitos de nós aprendemos com Ele magnetismo, psicometria, radiestesia, vidência, terapia e telepatia.

Informa-nos Ramatis que, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês.

Pergunta — Mas essa emigração de espíritos terrícolas para um mundo inferior e muito aquém do que já usufruíram na Terra, parece-nos mais punitiva do que mesmo reeducativa! Estamos certos?