29 junho 2007

A Terra vista do espaço. Imagens reais.

A sonda Messenger enviada neste início de mês da ISS para fazer um sobrevôo à Vênus capturou imagens que nem sequer merecem ser puublicadas aqui. Ficaram muito sem sal, pois parece apenas uma bola de gelo gigantesca. Porém, no seu caminho para lá sua câmera estava apontada para a Terra e ela pode filmar o distanciamento. O filme é curto, mas único e magnífico. Este é o primeiro filme do gênero que não é feito em computação gráfica, portanto merece, certamente, figurar aqui.

28 junho 2007

Fique saudável. Informação importante.


Informação importante de como permanecer saudável. Recentes informações do Hospital John Hopkins sobre o câncer. Muito importante, favor compartilhar.
1.Toda pessoa tem células de câncer no corpo. Estas células cancerosas não aparecem nos testes padrões, até que elas se multipliquem em alguns bilhões. Quando os médicos dizem aos pacientes de câncer que não há mais nenhuma célula de câncer nos seus corpos, após o tratamento, isto quer dizer que os testes não podem mais identificar as células cancerosas, porque elas não atingiram o tamanho detectável.
2. Celas cancerosas podem ocorrer de 6 a mais de 10 vezes na vida de uma pessoa.
3. Quando o sistema imunológico da pessoa é vigoroso, as células cancerosas serão destruídas e impedidas de multiplicar e formar tumores.
4. Quando uma pessoa tem câncer, isto significa que ela tem múltiplas deficiências nutricionais. Estas deficiências são devidas ao fator genético, ambiental, da alimentação e do estilo de vida.
5. Superar as deficiências nutricionais múltiplas significa mudança de dieta e a inclusão de suplementos, que irá fortalecer o sistema imunológico.
6. Quimioterapia impede o crescimento acelerado das células de câncer e também destrói as células saudáveis na medula óssea, na área gastro-intestinal etc, e pode causar dano aos órgãos, como fígado, rins, coração, pulmões etc.
7. A radiação, enquanto vai destruindo as células de câncer, também produz queimaduras, cicatrizes e danificam as células saudáveis, tecidos e órgãos.
8. O tratamento inicial com quimioterapia e radiação muitas das vezes poderá reduzir o tamanho do tumor. Entretanto, o uso prolongado da quimioterapia e da radiação não resulta em mais destruição do tumor.
9. Quando o corpo está muito sobrecarregado com o efeito da quimioterapia e da radiação, o sistema imunológico ou está comprometido ou destruído; por conseguinte a pessoa pode sucumbir a vários tipos de infecções e complicações.
10. Quimioterapia e radiação podem causar células cancerosas e mutação, se tornarem resistentes e de difícil destruição. Cirurgia também pode produzir células cancerosas e espalhar para outras áreas do corpo.
11. Um modo efetivo para combater o câncer é fazer as células cancerosas passarem fome, não as alimentando, pois elas necessitam de alimento para se multiplicarem.
ELAS SE ALIMENTAM DE:
O açúcar é um alimentador do câncer. Tirando o açúcar, se elimina a fonte de suprimento da sua alimentação mais importante. Substitutos do açúcar como o Nutrasweet, Equal, Spoonfull, etc, são feitos de Aspartame, que é prejudicial à saúde. Um mais adequado substituto natural seria o mel de Manuka, (tipo de árvore que tem folhas odoríferas nativa da Nova Zelândia e Tansmânia ) ou melaço, mas só em pequenas quantidades.
O sal de mesa tem uma substância química para torná-lo branco. A melhor alternativa é o BRAGG LIQUID AMINOS, (produto americano, feito com um concentrado de proteína líquida, derivado da soja, que contem vários aminoácidos) ou sal marinho.
O leite faz o corpo produzir muco, especialmente na área gastro-intestinal. O câncer se alimenta do muco. Eliminando o leite e substituindo-o por leite de soja não adoçado, as células cancerosas morrem de fome.
12. Celas cancerosas prosperam em um ambiente ácido. Uma dieta com base na carne é ácida; assim é melhor comer peixe e uma pequena quantidade de frango, do que ingerir carne de boi ou de porco. Carne de gado (criado em fazendas) contém antibióticos, hormônios de crescimento e parasitas, que são prejudiciais, principalmente às pessoas com câncer.
13. Uma dieta feita com 80% de legumes frescos, sucos, grãos inteiros, sementes, nozes e um pouco de frutas ajudam pôr o corpo em um ambiente alcalino. Aproximadamente, 20% delas podem ser ingeridas cozidas, incluindo os feijões.
a) Sucos de vegetais frescos provêem enzimas que são facilmente absorvidas e alcançam até níveis celulares dentro de 15 minutos, para nutrir e aumentar o crescimento das células saudáveis. Para obter enzimas vivas, para formar células saudáveis, tente ingerir sucos de vegetal frescos (a maioria dos legumes, inclusive brotos de feijão) e comer alguns legumes crus, duas ou três vezes por dia. As enzimas são destruídas a temperaturas de 104 graus Fahrenheit (40 graus centígrados).
b) Evite café, chá e chocolate, que têm alto nível de cafeína. O chá verde é a melhor alternativa.
c) É melhor beber água limpa e natural, deionizada, filtrada, para evitar as toxinas conhecidas e metais pesados da água de torneira. A água destilada é ácida; evite-a.
14. Proteína de carne é difícil de digerir e requer muitas enzimas digestivas. Carne não digerida, que permanece nos intestinos, putrefa e causa a formação de mais tóxico.
15. Células cancerosas têm (suas) paredes cobertas de proteína dura. Privando-as, ou alimentando-as com pouca carne, elas se livram de mais enzimas (tóxicas) e do ataque às paredes de proteína das células cancerosas, e permite que as células protetoras do corpo destruam as células cancerosas.
16. Alguns suplementos constroem o sistema imunológico: O IP6, Flor-essence, (flor de essência - uma mistura de ervas para fazer chá, que se acredita, tem propriedades para curar o câncer) antioxidantes, vitaminas, minerais, etc., para permitir que as próprias celas protetoras do corpo destruam as celas cancerosas. Outros suplementos, como vitamina E, são conhecidos por causar apoptose, (autodestruição da célula; uma espécie de sistema programado para matá-las) - o método normal do corpo de se livrar das células estragadas, indesejáveis ou desnecessárias.
17. Câncer é uma doença da mente, do corpo e do espírito. Um espírito pró-ativo e positivo ajudará o guerreiro do câncer a ser um sobrevivente. Raiva, inclemência e amargura põem o corpo em estresse, num ambiente acetoso. Aprenda ter um espírito clemente e amoroso. Aprenda relaxar e desfrutar vida.
18. As células cancerosas não podem prosperar num ambiente oxigenado. Exercitando diariamente e profundamente a respiração, ajuda adquirir mais oxigênio até o nível celular. A terapia de oxigênio é outra maneira usada para destruir as células cancerosas.

RECENTES INFORMAÇÕES DO JOHN HOPKINS HOSPITAL.

1. Não coloque nenhum recipiente plástico em microondas.
2. Não coloque suas garrafas de plástico, com água, em congelador.
3. Não ponha nenhuma embalagem de plástico em microonda.
Substâncias químicas de dioxina causas câncer, especialmente câncer de mama. Dioxina são altamente venenosas às celas dos nossos corpos.
Recentemente, o Dr. Edward Fujimoto, Gerente de Programa de Bem-estar junto ao Hospital de Castle, estava em um programa de televisão para explicar esta periculosidade. Ele falou sobre as dioxinas e de como elas são ruins para nós. Ele disse que nós não deveríamos estar aquecendo nossa comida em microonda usando recipientes de plástico. Isto se aplica especialmente para alimentos gordurosos. Disse que a combinação da gordura e alta temperatura liberam dioxinas na comida e finalmente nas células do corpo.
Ao invés, ele recomenda usar vasos de vidro, como Pirex ou recipientes cerâmicos para aquecer a comida. Você obtém os mesmos resultados, só sem a dioxina. Alimentos de TV Dinners (alimentos já prontos, congelados, sopas prontas empacotadas, etc.) deveriam ser removidos dos recipientes e aquecidos em outra coisa.
O papel não causa mal, pois você não sabe a sua composição. É mais seguro usar vidro temperado, como os produzidos pela Corning Ware, (Companhia americana, fabricante de cabos de fibras ópticas, que no passado fabricava utensílios domésticos a prova de fogo).
Ele também nos lembrou que, há um tempo atrás, alguns restaurantes de fast food deixaram de usar embalagens de recipientes feitos com espumas sintéticas. Uma das razões é o problema da dioxina.
Também mostrou que aquela envoltura de plástico, como o Saran, (material de plástico impermeável) é muito perigosa quando colocado por cima dos alimentos, para ser cozidos no forno de microondas. Como a comida recebe altas temperaturas, ("nuke") faz as toxinas venenosas derreterem a embalagem do plástico e gotejar para dentro da comida. Cubra o alimento com pirex ou cerâmica.
Este é um artigo que deveria ser enviado a qualquer pessoa importante na sua Vida.

24 junho 2007

As linhas Ley e a Iluminação de Adão


O templo ao ar livre construído de pedras e cristal, posicionado em centros de Cúpula, divinamente capacitado pelos Elohim em harmonia com o Reino Elemental, e ritualmente habitado por humanos vivos em termos de consciência, unia Céu e Terra por intermédio do Homem. O templo terrestre também funcionava como Porta da Malha através da qual a consciência humana, inicialmente presa pelo campo gravitacional/consciência da Terra, poderia realmente deixar este plano e entrar "no reino dos Deuses." Por meio dessa Porta da Malha, os Deuses podiam também canalizar suas vibrações espirituais e mensagens.

O antigo ziggurat, por exemplo, era uma Porta da Malha ou mediador Céu/Terra. O nome acádio/babilônico era zukiratu, cuja conotação era "tubo de espírito divino," ao passo que no idioma sumério, os ziggurats eram chamados ESH, que significava "supremo," "superior" ou "fonte de calor." Além disso, o ziggurat, na legendária Niffer (na confluência norte dos rios Tigre e Eufrates) era considerado a sede dos Deuses, chamada KI.UR (ou DUR.AN.KI) que significava "lugar da raiz da Terra" e "lugar onde surgiu o laço entre Céu e Terra," lugar onde havia um "alto pilar em direção aos céus."15 Obviamente esse lugar era um importante centro de Cúpula da cultura suméria.
Como atestam os mitos irlandeses, o sidhe, ou túmulo de pedra e terra elevado, era a casa de Tuatha de Danann, a residência santificada e poderosa dos Deuses antigos. Newgrange, dotado de cúpula, o Brugh na Boinne, era sua casa principal na antiga Irlanda. Os Deuses, através de suas residências, eram a fonte de sabedoria da humanidade reverente das primeiras eras, e embora os Deuses possam ter ocupado seus palácios etéricos localizados nos centros de Cúpula, os humanos nesse ínterim, e posteriormente, construíram templos físicos para marcar os locais e servir de porta vaivém.
Desse modo, as Cúpulas que trouxeram aos meridianos de Gaia Amor de Alto, também trouxeram sabedoria para Adão, o primeiro habitante homem/mulher. As Cúpulas eram a fonte de sabedoria, as cúpulas sábias. A cultura megalítica foi um ambiente sagrado, podendo ser mais bem descrita como magolítica, ou seja, o tempo dos Mago das Pedras. Mas os agentes das Cúpulas Sábias, os Magos (ou Mágicos) das Pedras, depois de certo tempo julgaram por bem não deixar sua assinatura muito destacada e removeram a letra e (da palavra wise — sábio, em inglês), deixando-nos sabedoria (wisdom em inglês). Mas até mesmo com essa omissão, eles deixaram sua letra de próprio punho, pois o e retirado das cúpulas sábias é o e de Elohim.
O Elohim também deixou pronta a tecnologia de consciência com o fim de facilitar a recuperação, pelos humanos, de sua sabedoria angélica, através das estruturas interdimensionais posicionada nos locais de Cúpula. Idade da Pedra, qual o quê! Os Elohim deixaram um grande cartão de visitas em Avebury, imaculado depois de muitos milênios. Da mesma maneira que Avebury é central para a natureza e operação da Malha da Terra, também era, e permanece, fundamental para o surgimento (e despertar final) de Adão, a primeira manifestação coletiva de homem e mulher fisicamente individualizados na Terra. Quando compreendermos um pouco melhor Avebury, poderemos começar a responder as perguntas fundamentais subjacentes a toda esta complexidade da vida: Por que é que existe uma Malha? Por que existe uma Terra? Por que existe a vida humana?

O Círculo de Avebury tinha originalmente 94 pedras, das quais 72 foram criadas pelos Elohim, e 22 foram depois trazidas de outros lugares. Em volta do Círculo de Avebury há um fosso grande (aproximadamente nove metros de profundidade) limitado em ambos os lados por uma barragem. O fosso parece um imenso sulco correndo ao redor do Círculo; possui uma vibração intensamente feminina, como um rio de luz silenciosa e suave a correr branco no canal de terra, como um sussurro entre as barragens. Ao se caminhar lentamente pelo fosso, é possível sentir a Mãe primordial a sussurrar aqui com seus Filhos do Círculo.
No Círculo de Avebury a terra foi retirada de um todo e removida. Podemos considerar o círculo um disco gigantesco. O fosso é o sulco do disco. Se tocarmos o disco com a agulha de nosso Espírito, então ouviremos um pouco de música angélica em som estéreo. As 94 pedras são os amplificadores da música. O Círculo de Pedra é, dessa forma, um sistema de som cósmico ao ar livre, o local dos concertos originais de Rock (pedra, em inglês).
Aqui temos em ação o conceito de harmônica geomântica. O círculo de pedra tem uma harmônica de ressonância pré-codificada específica, uma mensagem específica musicalmente escrita, ou Canção. A forma composta do círculo representa uma escultura cimática congelada, um registro em estéreo de paisagem permanente do Espírito. O círculo de pedra personifica um Tom derramado nos éteres da Terra, em seguida moldado em termos terrestres num disco que se pode tocar. O fosso é o sulco primário do disco, e a primeira depressão de onda emanada do lugar onde o tom de "pedra" foi originalmente difundido no local (ou seja o centro do círculo). A Cúpula que fica acima é o sino que leva o tom quando "tocado" do Alto pelo músico. O local da Cúpula canaliza este Tom por meio de seu instrumento musical geomanticamente calibrado, o círculo de pedra, sendo as pedras circundantes os alto-falantes de "som estéreo." O tamanho e complexidade estrutural próprios do disco de pedra megalítico estão
diretamente relacionados à importância evolutiva do Som gravado. As melodias de maior sucesso ganham os círculos de pedra de diâmetro maiores.
Avebury é, desse modo, um dos maiores discos de pedra de Gaia, ocupando uma área em Wiltshire de 28 1/2 acres, com circunferência de fosso de 1,28 quilômetro. O antiquário britânico do século 17 John Aubrey, ao escrever sobre Avebury, afirmou: "Avebury excede Stonehenge em grandiosidade, assim como uma catedral supera uma igreja de paróquia comum." O estudioso britânico do século 20, Harold Bayley (em The Lost Janguage of Symbolism, — A Linguagem Perdida do Simbolismo, 1913) corroborou o entusiasmo de Aubrey, anunciando: "O Templo inglês de Abury (sic) caracterizava não apenas o Tempo como também o Absoluto maior, a mais extraordinária Alma do tempo, que tudo envolve, o eixo da Existência." Por que Avebury é tão importante?
Todas as linhas ley, ao que parece, conduzem a Avebury. Toda a energia da Malha concentra-se no Círculo de Avebury, nosso umbigo da Malha planetária. O propósito de Avebury é harmonizar a consciência humana com seu propósito na Terra. Em Avebury reside a expressão terrena da Semente resplandecente de Luz divina. Dentro do corpo humano, como descobre o Cavaleiro do Graal, habita esta mesma Semente de Luz, esta chama do Espírito, que chamamos Nimitta ou Estrela Resplandecente.16 Essa Semente, esteja dentro do humano, esteja em Avebury, é a mesma Estrela Resplandecente. É a mesma Semente de cristal resplandecente da qual nasceram fisicamente tanto Gaia como Adão, gerados pelos Elohim, a quem o Gênese, nas traduções exotéricas e confusas padrão, chama Deus. É mais correto dizer que os Elohim são agentes de Deus, os Filhos da Luz, bem como agentes de nossa criação local.
Este aspecto fundamental da Malha e da vida humana fará mais sentido quando examinarmos algumas palavras chave. Avebury, Adão e Elohim são palavras codificadas simbólicas criadas pelos Elohim por meio do idioma sagrado da Cabala (que atribui valores numéricos às letras, ou seja, gematria).
ADÃO (1.4.40, tecnicamente escrito ADM) significa "Aleph (A.1.) enterrado no Sangue da Terra (DÃO, 4.40)." Aleph aqui significa a Estrela Resplandecente do Espírito eterno, a chama universal do Nimitta, implantada como semente imperecível de Luz dentro do corpo humano de barro e sangue (DÃO). Ou seja, o Reino dos Céus resplandece dentro de nós como esta Estrela (Aleph). AVEBURY é o lugar (BRY, 2.200.10) onde foi implantada (ou enterrada) a Aleph na Mãe (AVE, 1.6.1) Terra. Avebury é a Aldeia da Mãe, o lugar do grão da Mãe, ou semente. Avebury, como o coração interior de Gaia, era a porta coração/útero de Adão, o lugar terrestre onde Adão pela primeira vez encarnou na Terra vindo do Jardim do Éden situado no Alto. Adão chegou com a Estrela Resplandecente que arde como uma fornalha ofuscante dentro de seu complexo mente/corpo. Adão apareceu na Terra através Avebury na forma de uma chama maravilhosa do Céu a caminhar em forma humana. Avebury continua a ser o lugar da Terra ao
qual podemos ir para nos lembrar de nossa incandescente chegada espiritual no planeta.
ELOHIM, uma hierarquia angélica, eram os Deuses do Criador de Adão e Gaia, os adivinhos mestres da geo e do soma. Os Elohim implementaram a transferência da Estrela Resplandecente dos reinos espirituais para a forma de vida senciente, orgânica e em evolução de Adão, seguindo a mesma analogia segundo a qual a Aleph foi dada ao planeta Terra, tornando-se nossa forma de vida senciente, orgânica e em evolução de Gaia. De certo modo, os Elohim supervisionaram e auxiliaram a co-criação de Adão e Gaia como seres homólogos.
Examinemos o assunto com mais cuidado ainda. Isto esclarecerá nosso modelo composto da Malha, Terra, Adão e Elohim. A Luz, na Cabala, é AWR ou 1.62 (tecnicamente, é 1.6.200, mas os zeros finais são redundantes). AVE, a Mãe, é 1.61. A proporção fi da espiral de luz é 1,61 (ou, exatamente, 1,618034, que pode ser arredondado para 1,62). A Terra e Adão têm uma relação matematicamente homóloga na qual ADÃO é 144 e a Terra, por meio de sua Malha (ou seja, Malha 1746 Eletromagnética, a Taça Dourada, e Corpo de Cristo) é 1746. Ambos os números estão relacionados através da proporção fi.
O Cordão Prateado, o cabo elétrico umbilical de duplo entrelace primário que entra em Avebury, é composto de 666 (o Pai solar de Luz, a Semente, o Nimitta, Aleph, ou Estrela Resplandecente, e linha dourada) e 1080 (a Mãe lunar das Formas e linha prateada). Sua relação como luz polarizada (666/1 080, positivo/negativo) é expressa como fi 1,61, ao passo que sua soma é 1746, também uma função de fi. Temos, portanto, Luz (AWR 1.62) se deslocando pelo umbigo como Eletricidade (cargas positivas/negativas, expressas como 666/1080) e manifestando-se como Eletromagnetismo (os nodos norte/sul polarizados da Malha Eletromagnética 1746, manifestados por meio das características yin/yang das 12 Linhas Oroboros). Esta canalização de Luz à Eletricidade e ao Eletromagnetismo gera Vida física, expressa como Adão e Gaia, como o teatro bioorgânico para sua interação, mediado pela Malha Megalítica.
A palavra Terra, a propósito, é escrita na Cabala como ARTZ (ou ERTZ 1.200.90, ou 291, cujos dígitos totalizam 12, o número primordial da Malha Oroboros e do Templo do Zodíaco). Em termos de mitologia, a Mãe das Formas (1080) cria o Santo Graal para que ele contenha a Semente de Luz do Pai (666, Estrela Resplandecente), ao passo que os Elohim (as Donzelas do Graal angélicas) trazem o Graal (agora 1746, tanto Semente como Invólucro) à Terra (ARTZ, o Castelo do Graal de 12 lados) para Adão (144), o Cavaleiro do Graal e o Portador do Graal.
Mas o que cria originalmente a Luz? O que dá início a toda esta procissão geradora que culmina em Adão a caminhar na Terra levando o Graal? Constante, ininterrupto, inesgotável, insondável Amor do Alto.
Adão é a chave do segredo desta harmônica de luz. O teorista de Malha da Nova Zelândia, Bruce Cathie, especula que "Todas as provas matemáticas até agora indicam que o número máximo de elementos individuais que poderão ser descobertos no universo será 144." Cada elemento pode ter, teoricamente, 6 isótopos, possibilitando 864 combinações. Cathie propõe "144 oitavas de substâncias separadas" nas quais uma oitava é composta de uma família de elementos de 6 isótopos cada. Cada nuvem de elétrons, ou camada, em sua expansão para fora a partir do núcleo atômico, pode acomodar no máximo 8 elétrons. Dessa forma, cada expansão de camada é uma função do oito (a base original da oitava), formando uma nova camada de elétrons. Cathie chama a isto de "zona harmônica" ou "harmônica de luz" totalizando 144. "A harmônica de luz é portanto igual e o ciclo foi concluído. Toda a série é uma repetição de oitavas de formas de onda" por meio da qual a realidade física é "manifestada por meio do
entrelaçamento concentrado de formas de onda harmônicas.17
Essa afirmação é claramente controversa, embora bastante intrigante. Até hoje, foram descobertos 107 elementos; restando 37 não detectados, ou diríamos com mais precisão, "não manifestados até agora?" O número 144, como já vimos, é fundamental para a Malha e Adão. Um olhar mais atento a nossos números-chave expandirá as sugestões de Cathie.
Como podemos chegar a 144 elementos? Postulemos 18 oitavas solares, representando o máximo potencial expressivo do Pai solar (666, cujos dígitos somam 18) atuando nas Formas arquetípicas materiais da Mãe. Da Mãe das Formas, dizem os cabalistas, emerge a Carruagem divina (a esfera da Mãe, Binah, a terceira Sephiroth, manifesta o Hhayt. 8, um caminho de manifestação descendente chamado de Carruagem no Tarô [veja Diagrama 7]). A Carruagem de Hhayt. 8 refere-se ao número máximo de elétrons de uma camada atômica, incluindo, assim, um elemento como a forma fundamental. Agora, rearranjemos a Tabela Periódica dos Elementos, por um momento, e postulemos oito famílias de elementos, cada qual ocupando três oitavas solares. Segundo a matemática da luz (18 x 8) temos a harmônica de luz completa, 144, expressada na forma de Adão, na Terra. Assim Adão 144, como forma de vida senciente e orgânica comporta o pleno potencial expressivo dos 144 elementos deste universo. Os 144 elementos,
por si mesmos, representam a interação dramática (baseada em fi 1,61, como a física em desenvolvimento da Luz) do Pai 666 e da Mãe 1080. Seu impulso elétrico combinado 1746 (ou seja, o Graal com a Estrela Resplandecente dentro) é a centelha dentro da forma de Vida, de Adão e da Terra. E em qualquer caso, os Elohim ajudam o quantum a nascer, são benfeitores divinos, e, literalmente, Padrinhos deste grandioso experimento astrofísico.
Este drama terrestre complexo todo se reduz ao número 9, chamado Tayt na Cabala. Todos os números-chave desta interação de Luz da Terra, Adão e da Malha, aparentemente, totalizam 9: 1746, 144, 1080, 666, 864, 83.808 (possíveis topos de cúpula planetários), 20.736 (número de Zodíacos planetários multiplicado por número de efígies estelares em cada um). Até mesmo os números relacionados a certos fatos todos apontam para o 9: 86.400 (média de batimentos cardíacos/dia humanos), 25.920 (número de anos de um Grande Ano de Zodíaco), 4.320.000 (anos do Mahayuga, o ciclo de tempo cósmico hindu) — sem falar do período de gestação de 9 meses dos humanos. O que, então, é o 9 que permeia a estrutura interior da Malha?
Temos de recorrer à Cabala para esclarecer esse assunto. O Tayt.9 representa o arquétipo da energia formativa "feminina" primeva, que se vale do Hhayt. 8 (a esfera de armazenamento, ou Carruagem), de toda a energia indistinta que deriva de Binah (a Sephiroth da Mãe das Formas) para construir estruturas. O Tayt. 9 é a "Fêmea" elementar, a procriadora prodigiosa de unidades de forma elementares, células individuais, combinações expressivas criadas a partir dos aglomerados de elétrons de Hhayt 8 da Mãe. No simbolismo do Tarô da Cabala (o Tarô é um sistema pictórico diretamente relacionado com a Árvore da Vida composto de uma série visual/intuitiva de representações da vida/drama associada, em parte, aos 22 caminhos). O Tayt. 9 é o Caminho da "Força do Leão." Cada caminho da Árvore é "regido" por uma Casa do Zodíaco; o Tayt. 9 é regido por Leão que, por sua vez, é regido pelo Sol. O Tayt. 9 é muitas vezes representado na simbologia do Tarô como a Mulher Escarlate (ardente com
o fogo da Vida) retratada como uma primitiva e toda poderosa mulher extática, quase bêbeda, lasciva, vestida de escarlate montada num Leão/Serpente, segurando-lhes as mandíbulas abertas em triunfo. Nas mitologias mundiais, o 9 é o número da "Mãe Deusa do Mundo," a "Grande Deusa de Muitos Nomes," Ela que é Matriz do processo de vida cósmico, e, na Grécia, era o número das Nove Musas, Filhas de Mnemósine (Memória, ou seja, Binah).
Mas o que é a Força do Leão que nossa generatriz arquetípica está montando em triunfo? O simbolismo da Cabala interpreta o Leão de várias maneiras. Regulus, o coração do Leão, é a estrela mais brilhante dessa constelação e o Leão era antigamente considerado o começo do Círculo do Zodíaco. O Leão também representa a primeira formação da individualidade humana projetada no mundo das Forma (Geburah, 5a Sephiroth) do reino do Espírito (Chesed, 4a Sephiroth). O Leão, diz J.J. Hurtak, representa nossa Evolução Estelar, o Rei Sol. Dessa forma, toda a realidade solar, o Drama dos Nove, de nosso sistema local de Evolução Estelar, é codificado matematicamente na luz harmônica de Adão, Terra, Malha. O 9 é o Logos de nosso Sol, seu cartão de visitas metafísico, seu número de telefone secreto. Temos, então, a física, a geometria e a gematria da harmônica de luz específica (as oitavas solares) de nosso Rei Sol, codificadas de forma sincrônica e completa em todas as manifestações de
forma em nosso mundo, em todas as personas dramáticas (como um tipo sangüíneo inerradicável ou impressão digital permanente) de seu Teatro Cristalino solar. Através de nossas vidas humanas como Filhos da Mãe na Terra, nossa Mãe local, vivemos de forma mítica, como hologramas divinamente feitos, a valência da Luz, ou Mente/Corpo/Espírito, de nosso sistema solar, Tayt. 9, a Força do Leão.
Eis em resumo do Drama dos Nove: A (Amor do Alto) Harmônica (Eletricidade, fi diferenciado como 666/1080, em cargas positivas/negativas) da Luz (AWR, 1.61, o Logos da Luz, fi) Expressada (por meio dos Elohim, o verbo angélico, agentes da implantação da vida arquetípica na forma temporal) como Adão (144, a realização eletromagnética humana de toda a potencialidade expressiva elemental, na forma de 18 oitavas solares x 8 famílias de elementos) na Terra (ARTZ, 291=12, a matriz de Malha Planetária/do Zodíaco/Távola Redonda de 12 elementos). Dessa forma, as Cúpulas Sábias dos Elohim nos ensinam o Jogo do Leão e propósito da Terra, Adão, e nosso vínculo amoroso, a Malha.
Geomancia de Adão
Assim Hermes nos passa de volta a bola. Como humanos devemos todos nos tornar geomantes para nossa Mãe, Gaia, e para nós mesmos, Adão.
No início do Tempo na Terra, o grande geomante Hermes chegou com os Elohim, os Filhos da Luz e os bíblicos "Gigantes da Terra," e estabeleceu o Calendário Megalítico Hermético Global — a Malha. Os Elohim fizeram também com que a psique humana ressoasse em harmonia com a Música das Esferas irradiada por meio de nossa Távola Redonda solar de 12 elementos local e recebida por muitos rádios da malha de pedra do templo. Isto aconteceu, supõe-se, na época da segunda Presença da Cúpula, pouco antes da encenação iminente do Drama dos Nove de Adão. O templo de Malha foi projetado para realizar a necessária ligação biopsíquica entre Céu e Terra, corporificada e vivida por Adão na Terra.
Dessa maneira, Adão e Gaia foram postos em equilíbrio, formando um laço inextricável, como manifestações e ancoragens homólogas da mesma espiral de Luz de fi fundamental. A psique humana foi ligada à Malha que, por sua vez, foi ligada, com o fim de receber som, como um holograma sônico do Logos Solar. A malha planetária e suas miniaturizações locais eram o modelo/projeto/orientação relativo à Casa, Iluminação e Paraíso. Por meio da Malha, Gaia e Adão foram mantidos em harmonia viva dentro do corpo maior do sistema solar.
Então, tivemos um começo maravilhoso. Depois de certo tempo, os Elohim/Gigantes e suas Cúpulas se foram. Estávamos por conta própria.
Geomantes humanos, treinados sob a orientação de Hermes, e em cooperação com o Reino Elemental, assumiram responsabilidade pela manutenção da Malha (que vale dizer, realmente, pela iluminação individual e coletiva), embora ainda pudessem contar com a assistência do Alto — primeiro, dos Elohim que tinham voltado à forma e moradia angélicas e, segundo, da rede extra-planetária amplamente difundida de Irmãos Espaciais benevolentes. A suposta civilização superior da Atlântida abrigava a Faculdade Planetária de Magnetismo da Malha que formou uma série de geomantes experientes. O Templo de Oralin atlante de 12 andares era a sede da geomancia, como um Pentágono das ciências magnéticas. Aqui os geomantes e técnicos em magnetismo realizavam análises ininterruptas das condições da Malha, campos de energia terrestres/solares monitorados, projetavam e instalavam vários instrumentos geomânticos de engenharia — tudo como parte de um programa global para manutenção de um sistema de
Malha planetária harmonioso e profícuo em benefício de todos os seres.18
Poderíamos interpretar esses técnicos de Malha atlantes ultracientíficos como os druidas informatizados arquetípicos, pois mesmo em épocas posteriores, depois do colapso da elevada cultura atlante, os legendários druidas conservaram a sabedoria da Malha, mantendo-a em equilíbrio. Os druidas realizaram a sintonia fina do Rádio da Terra em todos os Seus locais receptores/de dial de Cúpula e miríades de fios de transmissão. Os geomantes druidas mantiveram a biosfera de Gaia a zumbir com um fluxo estável de transmissões de energia de sustento, enriquecimento e desenvolvimento da vida vindas do Alto.
Os druidas e atlantes compreendiam bem o acordo recíproco. Com Hermes, Adão aprendeu a divinação da Terra, os segredos da geomancia. Mas de Adão, Hermes esperava a divinização recíproca da Terra por meio da aplicação inteligente e amorosa da geomancia. Por quê? Porque, em essência, este programa de manutenção recíproca levaria à iluminação mútua da Mãe Terra e do Filho Adão, que é o que os Elohim tencionavam, como parte do Plano Mestre, em relação a este experimento astrofísico em particular realizado na Terra. Gaia, por meio de Sua Malha, mantém nossa Estrela Resplandecente. Nós, por meio de nossa geomancia, mantemos a Estrela Resplandecente de Gaia.
Mas por que precisamos nos preocupar hoje, em nossa confortável sociedade ocidental de computadores pessoais, cartões de crédito e carros importados novos? Por que nos aborrecer com todas esta história antiga e grandiosidade idealista de um passado druida remoto? Porque muitos ciclos evolutivos interligados universais, galácticos, solares, planetários e humanos estão todos sincronicamente se realizando e concluindo neste final do século 20. Certas obrigações encarnacionais básicas com as quais todos os humanos de bom grado concordaram, há muito tempo, como condição para habitar a Terra, todas devem ser agora cumpridas. Não se trata de uma questão da "ira dos Deuses" ou de um "Jeová colérico e desgostoso." Trata-se de uma questão do relógio cósmico.Um grande ciclo está praticamente concluído. Coisas novas estão prestes a começar. Todas as antigas questões devem ser resolvidas depressa. Este tipo de teleologia da Malha assumirá um papel maior quando examinarmos mais dois
aspectos da Malha.
O planeta Terra, na teoria dos chakras, é o Chakra da Raiz Muladhara no Corpo do Logos Solar. Se imaginarmos o sistema solar como uma imensa figura humana, a Terra localiza-se, fato importante, no escroto, como centro de energia da raiz. Na realidade, toda a Malha da Terra é um modelo orgânico de múltiplas camadas da dinâmica da energia de um chakra da raiz solar, funcionando para o Sol da mesma maneira que o monte Shasta funciona para Gaia. Qual a importância do chakra da raiz?
Dormindo dentro de Gaia está a Deusa Kundalini, a tremenda energia espiritual criativa e evolutiva que transfigura, quando ativada, todo o sistema de sete chakras — do humano, da Terra, do sistema solar. A Kundalini, segundo nos informam os textos hindus tântricos, é "Aquela que mantém todos os seres do mundo por meio de inspiração e expiração e (aquela) que brilha na cavidade do Loto de raiz como uma série de luzes resplandecentes." Além disso, a Deusa Kundalini "é o receptáculo do fluxo contínuo de ambrosia que flui da Felicidade Eterna. É Seu brilho que ilumina todo este universo e este Caldeirão."19 A seqüência de abertura dos chakra vai de 2 a 7, então volta para a raiz, da qual a Kundalini desperta surge numa explosão ígnea como a serpente planando e as chamas se elevando do sushumna pelos chakras, iluminando tudo com uma luz divina que ultrapassa a resplandecência. Este é o potencial de Gaia e o papel que Dela se espera em nosso sistema solar local.
O planeta Terra é também a Palavra final do Nome Secreto de Deus, chamado na Cabala, Tetragrammaton, a Palavra de Quatro Letras, ou seja, YHWH (Yod-He-Wod-He, ou Yahweh, ou traduzindo Jeová). O Logos Solar, como mencionamos, pode ser modelado como uma Árvore da Vida com Terra em Malkuth, a 10a Sephiroth. O Tetragrammaton em parte pertence àquela ressonância composta inefável, ou harmônica, de todos os níveis de expressão desta Árvore. Isto inclui os Quatro Elementos (fogo, ar, água, terra) em todas as suas dimensões de expressão sutil e física. O Pai da Luz (Chokmah) é Yod; a Mãe das Formas (Binah/Saturno) é He (pronuncia-se Rei); a Alma de Adão (Tiphareth/Sol) é Wod; e a Terra, o Corpo de Adão (Malkuth/Terra) é o He final.
A Terra é um Coro Perpétuo da orquestra do sistema solar. Da mesma maneira que um círculo de pedra da Terra é um Disco cósmico, angelicamente gravado para o Homem, e da mesma maneira que os círculos de pedra individuais são integrantes úteis da orquestra planetária, estando todos cumprindo sua função na sinfonia solar global, também a Própria Gaia é um Disco planetário dos que estão no Alto. Gaia é uma Nota a cantar orgulhosamente no espaço infinito, encontrando seu nicho planejado, necessário e apropriado na Música das Esferas. Quando todos os discos de círculo de pedra estão afinados, quando as 12 Linhas Orobóricas ressoam igualmente no Círculo de Avebury, e quando as necessárias agulhas de cristal do espírito são posicionadas no Disco da Terra, então Gaia pode cantar He aos anjos do Céu.
Este é o significado de harmônica recíproca. É a Geomancia de Adão. Quando Gaia entoa seu He no Coro do sistema solar, a harmônica solar é concluída. Então a oitava solar é gravada, cada nota, e completamente. Então tudo passa a vibrar a uma velocidade maior e o Logos Solar entoa Sua Nota no Coro Galáctico — e assim por diante, ao Infinito, no que nos diz respeito.
É por essa razão que toda a atenção está concentrada hoje na Terra, em Sua Malha. É por isso que os Irmãos Espaciais pousam de forma tão visível em nossa terceira dimensão, por isso há tanta canalização interdimensional (dos Mestres Ascensionados e anjos, em particular) hoje, por isso o Reino Angélico está voltando à consciência humana crível, por isso a Malha é foco das atenções. Todos estão nos esperando.
A Terra é uma nota no coro solar. Quando a Terra entoar Seu He no Coro, a harmônica de luz desta Evolução Estelar será concluída, por sua vez concluindo uma harmônica de luz mais exaltada da qual faz parte. A Terra e nosso Rei estão prestes a receber uma importante iniciação solar/espiritual, que inaugurará uma nova valência de Luz, um novo espectro eletromagnético que será experimentado por nós como um salto quântico para longe da consciência materializada e para dentro do fluir livre da quarta dimensão.
Isto pode parecer remoto, abstrato e inacreditável, muito longe das linhas ley, não sendo, portanto, digno de nossa preocupação. Por que nos preocupar, afinal?
Algum tempo atrás, segundo se acredita, Hermes passou deu papel de Mestre Geomante de Gaia a seu irmão espiritual, o Arcanjo Miguel. Miguel, entre outras responsabilidades, é chamado O Guardião dos Segredos das Relações entre Céu e Terra; Ele também é o Portador do Tom da Terra e o Portador Padrão de Cristo que é o pleno potencial de Adão, a fonte do holograma do Humano. Miguel se aproxima agora de Gaia com sua Espada do Espírito em posição para o primeiro golpe. Ele já tocou Gaia no ápice de Seu fogo/tetraedro localizado no monte Balsan Cone, Carolina do Norte. O coração interior de Gaia em Avebury está programado para reativação iminente. A Malha, que passa por reavaliação estrutural, também está prestes a ser "religada," à plena força, mas a uma taxa vibratória mais alta. Teoricamente, as Cúpulas e os Elohins voltarão. O significado planetário do antigo festival britânico de Michael Mass (tradicionalmente chamado Michaelmas, em 29 de setembro) será radicalmente
enriquecido.
Gaia e Adão se lembrarão da Estrela Resplandecente, presente como uma Semente imperecível de Saber e Felicidade dentro de seus corpos planetários e humanos. Devemos novamente corporificar Adão (como a Estrela Resplandecente enterrada no Sangue da Terra) habitando Gaia (como a Estrela Resplandecente enterrada no Barro da Mãe).
O que acontecerá então? Antigravidade! Haverá um novo espectro de Luz/Vida para Adão e Gaia, resultando numa mudança e mesmo transcendência do antigo campo gravitacional que nos prende com arames de ferro ao plano físico da consciência da Terra. Recentemente foi descoberta uma nova substância elementar, descobriu-se que apresenta possíveis propriedades de antigravidade, tendo sido chamada levitonium. Os cientistas especularam que o levitonium talvez tenha capacidade de impulsionar foguetes para fora do campo gravitacional da Terra.
Com um pouco do descaramento adquirido com os britânicos, proponho agora um termo para descrever as possibilidades de antigravidade nas condições da experiência humana: levitonia. Levitonia é uma espécie de tonteira inspirada pelos anjos — Elohim, se quiserem. Trata-se de uma atitude, talvez arquetípica, de risonho alheamento que nos eleva, tirando-nos direto da Terra numa flutuante pluma de diversão e hilariedade, desafiando a gravidade, derrotando a seriedade, o peso da vida na Terra que conhecemos — aqueles familiares "parâmetros de consciência astrofísica."
A levitonia, sugiro com um altivo sorriso, faz parte de nossa constituição, é algo com que nascemos naturalmente. Com o poder de flutuação da levitonia, planaremos no Corpo Luz transfigurado de Adão bem acima da querida Gaia e notaremos que Ela, também, está novamente prístina e cintilante à Sua luz resplandecente. Ela, também, mais uma vez, tornou-se nosso Jardim do Éden.
REFERÊNCIAS
1 Hitching, Francis, Earth Magic, William Morrow & Company, New York, 1977.
2 Graves, Tom, Needles of Stone Revisited, Gothic Image Publications, Glastonbury, England, 1978, 1986.
3 Elkins, Don, Rueckert, Carla, McCarty, James Allen, The Rat. Materia l-- An Ancient Astronaut Speaks, The Donning Company, Norfolk, VA, 1984.
4 Lessing, Doris, Briefing for a Descent into Hell, Alfred Knopf, New York, 1971.
5 Three Initiates, The Kybalion: A Study of the Hermetic Philosophy of Ancient Egypt and Greece, Yogi Publication Society, Chicago, 1912.
6 Leviton, Richard, "The Ley Hunters," East West, November 1986, pp. 70-75.
7 Clow, Barbara Hand, Eye of the Centaur: A Visionary Guide into Past Live, Llewellyn Publications, St. Paul, MN, 1986.
8 Alper, Dr. Frank, Exploring Atlantis, Volume 1, Coleman Publishing., Farmingdale, NY, 1983.
9 Baer, Randall N., Baer, Vicki V., Windows of Light: Quartz Crystals and Self-Transformation, Harper & Row, San Francisco, CA 1984.
10 Hurtak, J.J., The Book of Knowledge: The Keys of Enoch, The Academy for Future Science, Los Gatos, CA, 1973,1977.
11 Leviton, Richard, "Message of the Stones," East West, Juno 1985, pp. 53-57
12 Leviton Richard, "The Body Eletric--Healing with Nature's Energy," East West, June 1986, pp 54-61
13 Whitfield, Joseph, The Treasure of El Dorado, Treasure Publications, Roanoke, VA, 1986
14 Feild, Reshad, "Some Notes on the Subject of Ley Lines and Geomancy," published in Germany, 1986
15 Sitchin, Zecharia, The 12th Planet, Avon, New York, 1976
16 For more information on Nimitta and Blazing Star, consult Looking for Arthur, Volume 1: Joseph Seed, by Richard Leviton, 1987
17 Cathie, Bruce, The Bridge to Infinity: Harmonic 371244, Quark Enterprises/Brookfield Press, Auckland, New Zealand, 1983
18 Alper, Dr. Frank, op.cit., volume 2
19 Avalon Arthur, The Serpent Power --The Secrets os Tantric and Shaktic Yoga, Dover Publications, New York, 1974.

21 junho 2007

The Secret-Anexo



Este vídeo foi produzido pelo governo indiano e vem sendo distribuído como anexo no DVD "The Secret II". Mostra de forma muito didática a melhor maneira para nos alinharmos à Energia Cósmica, ou seja: Meditando e entrando em contato com o Self, nosso Mestre Interior. (Qualquer semelhança com o Gênio do "The Secret" não é mera coincidência... rs)
Como já dizia nosso Irmão mais velho, Jesus Cristo: Buscai primeiro o Reino de Deus e todas as outras coisas vos serão acrescentadas.

17 junho 2007

V.M. Melquizedek: O Primeiro Chamado


Saudações, irmãos. Espero que estejam bem. Foi recebida esta mensagem em um grupo de trabalho e nos pedem que a difundamos. De antemão agradecemos seu apoio para a sua publicação, tradução e difusão nas redes irmãs. Abraço grande e bênçãos.
Juan F.
Sexta-feira, 27 de Abril de 2007

Faz tempo que o mundo espera um chamado, faz tempo que os mensageiros da luz vêm anunciando minha chegada. A suprema engrenagem cósmica deu uma volta mais na sagrada espiral do tempo e agora chegou.
Venho para dizer-lhes que estou entre vocês.
Há um Plano que pouco a pouco vem sendo revelado. Pouco a pouco as pequenas chispas de luz, representadas por cada um dos servidores, vêm fazendo seu trabalho. Pouco a pouco vem se formando um fio que entretece as mentes e os corações de todos aqueles que dedicaram suas vidas a servir à humanidade. E este fio, sem pressa e com muita diligência, formou a rede de luzes que se requeria para minha chegada.
Todas as escolas e grupos do mundo sabiam que devia chegar, todos me esperavam, todos receberam, em seu foro interno, o chamado da estrela de Belém, novamente a estrela da anunciação se havia acendido e aqueles de mente aberta e de coração aceso captaram o aviso. Hoje faço o primeiro chamado.
O plano deve passar por muitas provas, não porque há espíritos contrários, não porque tem que vencer obstáculos, não; o Plano levou em conta tudo isso e não há força no universo que possa opor-se à luz. Não, os obstáculos que o Plano tem que vencer são os que os próprios servidores da luz têm posto no caminho.
As escolas, os líderes e os grupos de serviços do mundo não têm reconhecido, muitas vezes, que “seu plano” não é “O Plano”, que “sua verdade” não é “A VERDADE”, que eles não são os únicos a salvar o mundo. O momento da Grande Comunhão de luzes se aproxima, porém, este primeiro chamado é tão somente para despertar a consciência daqueles que me têm esperado.
Para todos aqueles que “sabiam” que já estava aqui, para todos aqueles que perceberam este momento, para todos aqueles que me buscavam, hoje lhes anuncio: Já estou aqui.
Quis esperar até este festival de Wesak para fazer este chamado. Os verdadeiros discípulos “sabem” que no sagrado vale de Wesak o Plano será revelado em suas partes essenciais.
O mundo esperou há centenas de anos a chagada deste momento. As “tradições sagradas da humanidade”, os “guardiões dos quatro pontos”, os “guias das 4 raças raízes”, os “encarnados dos 7 raios” os “responsáveis pelos portais terrestres”, os “semeadores das estrelas”, os “observadores”, os “guias das escolas e religiões do mundo”, “os que cuidam dos caídos”, “os legionários”, “os essênios verdadeiros”, “os gnósticos milenares”, “as raças autênticas”, “os Mahachohans”, “A Agartha misteriosa”, “a Estrela Siloé”, “a Golden Dawn”, “os seguidores das profecias”, “os que cuidam dos guardiões”, “as crianças de Deus”, "as virgens da luz”, “a suprema ordem Egípcia”, “as mãos de Maitreya”, “os verdadeiros cristãos”, “os Maçons”, “os guardiões dos centros magnéticos”, “as legiões de Ashtar”, “os judeus”, “os que aguardam na sombra”, “os laços de amor”, “os cultivadores da luz”, “os espíritos da montanha”, “a Grande Fraternidade Universal”, “a igreja do Único”, “os da Cruz de
Gólgota”, “a Fraternidade Secreta”, “do Vaticano”, “os irmãos de Cristo”, “os nove budistas”, “as Valkírias”, “Os Cruzados e os guardiões da Arca” e todos os demais que escutaram minha voz anunciando-me sabiam que o chamado estava para fazer-se.
Hoje é o dia do primeiro chamado. Não haverá muitos, a rede de luz está formada e venho utilizá-la. Minha Ordem já está trabalhando, esta é a primeira vez que dou um anúncio público, não me confundam, jamais estive entre o público, até agora não fiz nenhum anúncio público, não dou cursos, não faço curas, não tenho nenhum interesse em nada econômico, não caiam em confusões. Este é o primeiro chamado que faço abertamente utilizando a rede, porque este é o instrumento que nós concedemos à humanidade para que fosse utilizado no momento marcado para a chegada da luz.
Quem sentir que o chamado é para ele, somente responda. Nada mais é pedido. Neste primeiro chamado só é pedido que responda.
Onde está minha Ordem? Está em algum lugar da América.
Quem faz este chamado? O faço eu, através das quinze organizações que compõem este primeiro contato. Porém, ao que têm dúvida em responder, só lhes peço que sigam seu coração.
Desde quando estão trabalhando? Vimos nos reunindo faz 10 anos, porém, espiritualmente o vimos fazendo com muitos de vocês desde centenas de anos.
Este primeiro chamado é para o reconhecimento. Quem sentir o chamado da luz que responda.
Wesak será um momento crucial, ali serão dadas as respostas para todos que tiverem dúvidas. Os verdadeiros discípulos e estudantes da luz saberão reconhecer-me quando me virem nessa magna reunião. Pergunte ali suas dúvidas e todas elas serão respondidas no coração.
Este é o primeiro chamado, o chamado do reconhecimento. Que o responda quem sentir o chamado. Utilizem a mesma via pela qual receberam esta comunicação.
V.M. Melquizedek
http://groups.msn.com/OrdendeMelquizedek
Mais:(em espanhol)
http://www.redplanetaria.com/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=3428&mode=thread&order=0&thold=0

16 junho 2007

Aspartame. Doce Veneno


Autor:Carlos Braghini Jr.
Quando o café chega à sua mesa, você puxa a caixinha com os pacotinhos, pega um de açúcar e se lembra que está querendo controlar seu peso, devolve ao montinho e pega um pacote menor, lê atentamente e confirma: é aspartame. Agora você está aliviado, pois se sente livre dos males do açúcar. Mas, quem é meu paciente há mais tempo já sabe que o resultado não é bem o que você espera. Quem recebe meus e-mails também.
Afinal, há alguns meses eu contei que o aspartame é um bom veneno para acabar com as formigas. Acabei de ler uma história de uma senhora que teve um problema com formigas, e depois de gastar seus dólares com um exterminador profissional e com venenos industriais, descarregou dois pacotes de aspartame nos cantos de seu banheiro e matou as formigas.1

Não é nenhuma surpresa para quem sabe que o aspartame é uma neurotoxina. Na verdade a FDA (Food and Drug Administration), assim o classificava até que na década de 80 ele foi aprovado para uso alimentício como substituinte do açúcar. Uma curiosidade para aqueles que acreditam em teorias conspiratórias: O presidente dos EUA era Ronald Reagan e o executivo principal da fabricante do aspartame (Searle) era Donald Rumsfield.
Bem, já sabemos que o aspartame não faz bem para as formigas, mas como não ficar com um pé atrás quando comemos sorvetes, doces ou tomamos um refrigerante diet ou zero? Ou qualquer dos outros 5.000 produtos que usam aspartame?
O aspartame está implicado em 75% de todos os efeitos colaterais informados ao Adverse Reaction Monitoring System (ARMS), com 10.000 queixas só em 1994. E a própria FDA admite que cerca de 1% daqueles que experimentam efeitos colaterais realmente os informa. Isso traz o número real para próximo de um milhão.2

Abaixo, destaco algumas dentre as 92 reações que você pode experimentar usando aspartame:


Ataques de ansiedade
Artrite
Asma
Fadiga crônica
Diarréia
Formigamento nas extremidades
Insônia
Perda de memória
Náusea ou vômito
Convulsões
Vertigem
Enxaqueca

Algumas evidências são tão fortes que os pilotos de aeronaves são rotineiramente advertidos sobre os perigos de aspartame. As revistas da Aeronáutica (Flying Safety) e da Marinha (Navy Physiology) têm publicado artigos advertindo os pilotos sobre os efeitos colaterais.2
O que é pior, as maiorias das pessoas e dos médicos não têm nenhuma idéia de que o aspartame possa ser causa destes sintomas.
Um número alarmante: 62% de ratos alimentados com aspartame morre de vários cânceres, incluindo leucemia. Além do câncer e dos sintomas listados acima, o aspartame também pode levar à morte repentina.3 Mas como relacionar estes experimentos com a quantidade de aspartame que você consome?
A FDA indica que o Limite de Ingestão Diário (ADI, do inglês Acceptable Daily Intake) para o aspartame é de 50mg por quilograma de peso corporal. Um americano médio consome 30mg/kg, mas muitos excedem este valor. As crianças, principalmente, podem alcançar esse limite com um copo de refrigerante diet (ou zero, para ficar na moda).
O que perturba alguns pesquisadores é que alguns destes trabalhos com ratos mostram índices aumentados de câncer em ratos que consumiram apenas 40% do ADI; ratos comendo somente 8% do ADI também tinham índices de câncer aumentados.
O neurocirurgião Russell Blaylock, uma autoridade sobre os perigos de aspartame, disse: "Este estudo indica fortemente que beber uma única lata de refrigerante diet (ou zero) por dia aumenta significativamente o risco de desenvolver um linfoma ou uma leucemia".4
Se você sofre de qualquer dos sintomas que apresentei e consome aspartame, sugiro parar por 60 dias, e observe o que acontece.

1. Jensen J. Aspartame – The World's Best Ant Poison. The Idaho Observer. June 2006.

2. Gold M. The Bitter Truth about Artificial Sweeteners. NEXUS Magazine. Oct/Nov 1995.

3. Soffritti M. Aspartame induces lymphomas and leukemias in rats. Eur. J. Oncol., vol. 10, n. 2, 2005

4. Martini B. Aspartame proven to cause cancer. Mission Possible, Jul 21, 2005. http://www.wnho.net

Carlos Braghini Jr.
QuiroPráxis
Núcleo de Quiropraxia & Medicina Integral
Av. das Américas, 500/Bloco 4/Sala 220
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro/RJ
22.640-100
Tel: +55 21 3982.2677
http://www.quiropraxis.com.br

http://www.sweetpoison.com/aspartame-side-
effects.html

http://www.sweetpoison.com/
http://www.mercola.com/article/aspartame/dangers.htm
http://www.321recipes.com/aspartame.html
http://www.knowledgedrivenrevolution.com/In_Depth/Aspartame/Aspartame.htm

14 junho 2007

Akiane. Criança prodígio, pintora e poeta.

Veja reportagem da CNN:http://www.youtube.com/watch?v=TZSGK5lvYMY

Akiane, filha de pais ateus, tem 12 anos, e desenha, pinta e escreve desde os 4. O retrato abaixo foi pintado quando ela tinha apenas 8 anos.


Por que você pintou o retrato de Jesus?

Akiane: -Foi sincronicidade divina. Eu estava procurando um modelo de Jesus por dois anos, e eu não encontrava o resto certo. Então um dia eu pedi que minha família rezasse comigo o dia inteiro. Nós pedimos a Deus que enviasse o modelo certo pela porta de entrada da nossa casa. No dia seguinte um carpinteiro alto entrou. Era tão humilde, e fiquei surpresa que tenha concordado em posar para mim. Na semana seguinte porém, ele ligou dizendo que se sentia indigno de representar o Mestre.
Nós todos rezamos juntos juntos outra vez, e alguns dias mais tarde nos retornou para dizer-nos que que Deus queria que posasse, mas teve que cortar seu cabelo e barba em três dias. Assim nós fizemos algumas fotos e eu estudei seu rosto por muito tempo. Após dúzias dos esboços, eu comecei pintar. Levei 40 horas para terminar a primeira pintura de Jesus – O Principe da Paz- e eu recordo ainda que eu perdi quatro dentes durante esse periodo.

Veja toda a arte de Akiane em:

http://www.artakiane.com

11 junho 2007

Que se faça Luz.

Chacras e Cura Psiquica



Autor: Wagner Borges

Há traumas que estão gravados na psique, de forma inconsciente, mas ativa, causando bloqueios e fobias. Isso ocorre no corpo sutil e se reflete no corpo denso.
Os chacras guardam informações preciosas sobre esse processo. Cada um deles é um pequeno Portal psíquico e energético, refletindo as condições do Ser.
Existem diversas alternativas para tratar essas síndromes psíquicas:
- Visualizações criativas, terapias descondicionantes, tratamentos psíquicos adequados, meditações, conversas profundas com terapeutas corretos - com a abordagem mais adequada ao temperamento da pessoa -, rituais de quebra do passado, técnicas retrocognitivas - regressões de memória -, ou práticas espiritualistas - xamânicas, naturalistas, animistas, mediúnicas, iogues e outras em que a pessoa se sentir bem.
O que não se pode fazer é deixar o problema de lado, pois os bloqueios interferem diretamente na vida da pessoa. É Preciso correr atrás de soluções para devolver o brilho dos olhos e o tesão de viver.
No entanto, por melhor que seja o caminho escolhido nessa busca pela cura, o processo é sempre dentro da psique da própria pessoa. A cura reside nela mesma.
Técnicas e terapias são ferramentas de fora; ajudam muito, principalmente em momentos de crises. Mas são alternativas de fora e valem como meio para se chegar ao verdadeiro alvo: a própria psique.
Uma das técnicas alternativas sugeridas pelos sábios espirituais da antiga Índia é o mergulho consciente nos chacras. Entrar psiquicamente neles, de um em um, desde a base da coluna até o centro coronário, no alto da cabeça.
Considerar cada Chacra como um Portal sagrado em si mesmo. Entrar por eles com respeito e admiração, como se entra num templo espiritual. Com amor e paciência, orar dentro de cada um deles. Procurar localizar qual é a fonte do problema e saber calcular qual é o Chacra a ser trabalhado mais especificamente na cura em questão.

Por exemplo: bloqueio sexual: Chacra sexual. / bloqueio afetivo: Chacra cardíaco. / bloqueio de expressão: Chacra laríngeo; e assim por diante.
Há casos em que mais de um Chacra estão envolvidos; por isso é bom trabalhar todos regularmente, da melhor forma que a pessoa se adequar e se sentir bem. O mportante é entrar neles com amor e paciência. Nada ocorre do acaso ou sem trabalho. Tudo demanda tempo e esforço. É necessário constância e qualidade no trato com as energias sutis.

Não é apenas encher os chacras de luz ou cores, ou mesmo realizar alguma técnica bioenergética; é preciso trabalhar a parte psíquica também!
Sem amor não há cura; sem transformação não há alquimia alguma.
Da base da coluna até o topo da cabeça, de um em um, enchendo os mesmos de luz e orando ao Amor Que Ama Sem Nome, com modéstia, lucidez e alegria serena.
Paciência na jornada. Ou, melhor dizendo, essa é a arte da "PAZ-CIÊNCIA".

Obs.: Pessoas em tratamento não devem abandonar seus medicamentos ou
terapias por causa do trabalho com os chacras. Nos momentos de crise,
procure ajuda qualificada. Esse trabalho sugerido aqui é para aqueles que
queiram colaborar no próprio processo de cura. Conhecer um pouco de si mesmo
é sempre bom. Ajuda em qualquer coisa, desde que realizado com discernimento e consciência das coisas*.

Nota: * Enquanto digitava essas linhas, lembrei-me de um excelente texto dos sábios mentores espirituais Rama e Ramatís, em que eles falam sobre esse mesmo tema.
Reproduzo o mesmo na seqüência.

Veículos da alma

Os antigos ocultistas costumavam utilizar uma analogia bastante interessante para simbolizar a inter-relação energética dos veículos de manifestação da consciência (os corpos energéticos do homem).
Utilizando-se de um método esotérico denominado de "analogia dos contrários" baseado na "lei dos ternários" (composição musical de três tempos iguais),esses iniciados do passado representavam esotericamente o corpo astral como um cavalo atrelado a uma carroça, que, por sua vez, é controlada e conduzida pelo cocheiro.
Nessa analogia ocultista, podemos confeccionar o seguinte quadro de idéias:
A carroça é o corpo físico.
O cavalo, fogoso e impulsivo, é o corpo astral com as suas paixões.
O cocheiro é o corpo mental, sede da consciência, que tem por obrigação guiar o cavalo, para que ele puxe a carroça adequadamente até o lugar de destino.
Se aplicarmos este esquema ocultista no estudo dos corpos energéticos do ser humano, podemos fazer uma associação de idéias bastante interessante, exposta da seguinte maneira: normalmente, durante a vigília física, o corpo astral, interpenetrado no corpo físico, sofre uma redução do padrão vibratório de suas partículas energéticas.

Quando uma pessoa se descontrola emocionalmente, há um desarranjo na vibração dessas partículas energéticas astrais, o que acarreta uma certa turbulência energética" no sistema nervoso, pois o duplo etérico (matriz energética do cordão de prata), que é o filtro energético entre o corpo astral e o corpo físico, absorve toda essa descarga astral-emocional para dentro de seus vórtices vibratórios, denominados de "chacras", que, por sua vez, descarregam todo o fluxo energético no conduto espinal, nos plexos nervosos e nas glândulas endócrinas. Isso ocasiona sérios transtornos no camp0 energético, que, na tentativa de exaurir a carga deletéria vinda do corpo astral, termina por amortecer a própria vibração, criando assim,intensos bloqueios energéticos que enredam demasiadamente o ser espiritual na carne.
É óbvio que numa situação dessas não há como existir um bom progresso na senda espiritual". É imprescindível que haja um ótimo controle mental para dominar as descargas emocionais que emanam do corpo astral.
Pois foi baseando-se nisso que os antigos ocultistas criaram o seu sistema analógico de idéias, que pode ser bem simples na aparência, mas é dotado de um poder de síntese impressionante. Podemos mostrar isso do seguinte modo:
Se o cavalo (corpo astral) descontrolar-se e sair do domínio do cocheiro (corpo mental), pode acabar levando a carruagem (corpo físico) para fora da estrada e mergulhar no fundo do abismo.
O intermediário entre o cocheiro (corpo mental) e o cavalo (corpo astral) são as rédeas, que representam esotericamente o cordão de ouro (laço energético sutil que prende o corpo mental no corpo astral).
O cavalo (corpo astral) está conectado à carroça (corpo físico) por meio de arreios e cordas, que representam esotericamente o cordão de prata (laço energético denso que conecta o corpo astral ao corpo físico).
Logo, resumindo todas essas idéias, podemos dizer que o condutor (corpo mental) consciente é aquele que, através da vontade firme, forjada na mais pura disciplina espiritual, domina com a inteligência e os bons sentimentos o "fogo emocional" do seu cavalo (corpo astral) e conduz a sua carruagem (corpo físico) com estabilidade até o seu destino glorioso, a "estação da consciência imortal".

- Rama -

* * *

Ao finalizar este trabalho, no qual muito se falou do corpo astral, que em algumas ordens esotéricas é chamado apropriadamente de "corpo emocional" ou corpo dos desejos", não podemos deixar de assinalar que qualquer descarga emocional afeta diretamente os chacras submetidos à área emocional, a saber: os chacras umbilical, cardíaco e laríngeo.
Dependendo da freqüência e da intensidade com que esses chacras são agredidos pelo desequilíbrio emocional, formam-se, na "placa astral-peitoral da pessoa, bloqueios energéticos bastante densificados que impedem a livre circulação das energias vitais nessa região. O efeito disso é a proliferação de sintomas, tais como: taquicardia, tosse, pressão no peito, angústia, ou depressão sem motivo, peso nas costas, irritação sem motivo, respiração opressa, vontade de chorar sem motivo e desvitalização geral.
Levando-se em consideração esse quadro patológico "astral-físico", podemos dizer que as pessoas desequilibradas emocionalmente são portadoras de "mofo espiritual" dentro do peito. Ou, como mostra a tradição ocultista, tem um cavalo louco" (corpo astral) quebrando a carroça (corpo físico).
É necessário então, uma "catarse espiritual" ou um desbloqueio emocional, que consiste em uma "lavagem energética" da placa astral-peitoral da pessoa,removendo, por meio de um fluxo energético positivo, os "fungos psíquicos"aderidos ao campo emocional.
Na área espiritualista existem "ótimos remédios" contra a proliferação dos fungos emocionais". São eles:

- concentração;

- meditação;

- ativação dos chacras;

- exercícios de ativação energética.

Porém, sem dúvida que o melhor remédio contra qualquer distúrbio emocional é a "PAZ" no coração e a "LUZ" nas idéias.
Paz e Luz!

- Ramatís -

- Texto recebidos espiritualmente por Wagner Borges - Extraídos do livro
Viagem Espiritual- I" - editora Universalista - 1993.


Chacras e cura psiquica II

"Cada chacra** é uma janela para o invisível; um verdadeiro portal psicofísico que, freqüentemente, troca energias com outros planos de manifestação.

O chacra do topo de cabeça - chamado de chacra da coroa - é uma verdadeira festa de luz! É o centro energético que está ligado com a expansão da consciência e a multidimensionalidade.
É o chacra que sinaliza o caminho da evolução sideral; aponta para outras etapas do desenvolvimento do homem, para as estrelas e para o infinito, que começa a se esboçar no topo da cabeça, através das idéias maiores que surgem pelo contato excelente com outras consciências que já vivem esse momento infinito.
É o centro pelo qual vêm às idéias avançadas e o contato com seres que não têm mais a forma humanóide. É a bússola espiritual na navegação sideral, que sinaliza a direção evolutiva do homem para outros orbes e para outras estrelas.
É o chacra que liga a consciência humana com a Consciência Universal!

O chacra da testa - frontal - é o centro da responsabilidade, pelo qual se aprende e se guarda na memória as informações.
É o chacra da visão espiritual, da intuição, da percepção, do conhecimento e da síntese intelectual. Ao mesmo tempo, é o chacra que suaviza a energia dos olhos.
É, por excelência, um sol na testa! E, suavemente, irradia luz para dentro dos olhos e é capaz de descansar a mente.
Porém, nos dias atuais, é um chacra sobrecarregado de tensões, pensamentos e excessos, funcionando de forma muito acelerada. No entanto, essa aceleração é artificial, motivada pelas luzes transitórias do mundo e pelo conhecimento parcial das coisas.
É necessário pensar no centro frontal, também, como um centro de descanso da mente, como um sol, que não apenas pulsa de dentro para fora, mas também para dentro dos olhos, para limpar a tela mental e suavizar a mente.
Esse chacra é capaz de carinho profundo!

O chacra da garganta - laríngeo - é, por excelência, o centro da comunicação e da mediunidade. É o centro artístico da expressão!
Está ligado à sensibilidade mediúnica, que capta a criatividade vinda de outros planos e de outras consciências.
Como é o centro da comunicação, sofre toda a repercussão da mesma. E, como é um centro situado entre a cabeça e o peito, sofre repercussão dos outros centros, constantemente. Por isso os grandes iniciados sempre ensinaram sobre o silêncio, para manter esse centro conservado. Aquele silêncio que capta a criatividade e melhora a expressão.
Esse é outro centro sobrecarregado pela correria do mundo moderno e pela
necessidade premente de estar acelerado.
A visualização de uma jóia incrustada no centro laríngeo favorece o descanso desse centro; favorece a meditação suave e seu equilíbrio energético.

O centro peitoral - chacra cardíaco - é, por excelência, o canal de toda transformação afetiva, em que o homem instintivo se transforma em espiritual
É o centro alquímico verdadeiro!
A verdadeira transformação ocorre no centro cardíaco. Todo amor, toda qualidade afetiva, todo abraço, todo idealismo por algo melhor está no chacra do coração. Toda cura, todo toque terapêutico, e toda assistência espiritual vibra nesse centro. Inclusive, é um chacra capaz de abraçar humanidades situadas em outros orbes.
É o centro que dissolve o egoísmo e o bairrismo planetário - o racismo, os preconceitos sexuais, sociais, econômicos e de qualquer espécie. Esse centro é um sol peitoral que jamais poderá ser envenenado pelas péssimas vibrações da vingança. O ódio gera uma energia viscosa e escura, que adere no centro cardíaco como uma espécie de 'piche consciencial'. Jamais permitam desejos de vingança acalentados! Por mais ocultos que eles estejam, são observados extrafisicamente. O sol peitoral não pode sernublado pelas nuvens do ódio nem envenenado por maledicência alguma.

O centro abdominal - chacra umbilical - é, por excelência, o centro das emoções densas, misturadas com o processo da alimentação normal.
É um centro de grande vitalidade!
Também é altamente sobrecarregado pela tensão emocional. Porém, é um centro terno e suave para quem souber trabalhar com ele; para quem imaginar um sol umbilical! É como um sol suave e generoso, que vai se expandindo, não pela força, mas pelo sentimento, pela generosidade, que não está apenas no centro peitoral, também flui no centro umbilical, apaziguando os órgãos abdominais, toda a região da cintura e das costas e equilibrando as emoções mais densas.
É um centro de grande capacidade ectoplásmica!
E tem alta ressonância com as energias dos vegetais, com as energias do mar e do vento e com as energias da natureza em geral.
A energia verde é excelente para este centro - o verde esmeralda; o verde da natureza!

O centro sexual - chamado de chacra sacro - é, por excelência, o centro da reprodução. Também é o centro que traz toda a sensação corporal de calor ou de frio, através da pele. É o centro do prazer!
É também um centro altamente sobrecarregado, seja pela repressão sexual, ou por sua exacerbação.
É necessário visualizar um sol no baixo ventre - um sol branco, o mais brilhante possível -, para que limpe as formas mentais aderidas, não somente desta vida, mas de outras também, e de uma eventual sexualidade mal resolvida.

O centro da base da coluna - chacra básico - é a sede dos desejos mais densos.
Muitas vezes, esse chacra é como se fosse um menino. Ora, cheio de explosões emocionais em relação aos valores da terra; ora, tímido, com medo desses mesmos valores e da própria vida.
É um chacra muitas vezes minimizado em sua importância, por ser um centro que está na parte inferior do corpo. Entretanto, é um verdadeiro sol que sustenta o equilíbrio do corpo! E carrega o sangue de energia - a força vital planetária.

Nenhum dos sete centros pode ser menosprezado. Cada um tem a sua importância
no contexto vital do Ser. Desde a base da coluna até o topo da cabeça, deve
haver harmonia.
A base da coluna vibra, por excelência, na cor dourada - que é capaz de estabilizar o vermelho denso que vem da terra - harmonizando as outras energias e mantendo o equilíbrio do soma saudável.
Os centros secundários têm relativa importância - como os centros energéticos dos pés -, por onde entra a energia planetária. Esses pés, que sustentam o equilíbrio do corpo e que seguram, muitas vezes, a tensão e o cansaço corporal, por todo um dia.
É necessário acender os chacras das plantas dos pés, como dois sóis branco-fluorescentes pulsando suavemente e dando-lhes a devida atenção - tratando os pés com respeito, amor e agradecimento.
Os chacras das palmas das mãos são centros, por excelência, do toque, da cura e da gesticulação, expressando idéias e sentimentos. São excelentes para dispersão de energias pesadas em torno, através dos diversos métodos de manipulação manual da energia.
Desde as plantas dos pés ao alto da cabeça, o mesmo ser brilhante, com todos os centros potencializados pela força da vontade, pela disciplina perene e pela consciência que trabalha.
Os chacras são centros de força vital!
Por eles, são feitas leituras psíquicas e espirituais. Neles, seres de
outros planos lêem tudo aquilo que vai dentro das energias de alguém. Seres
que se apresentam com formas só de luz, sem a limitação da forma humanóide,
quando observam o ser humano, como no presente momento, o fazem por esses
chacras. Eles não observam a forma humana, mas os chacras!
Os centros inferiores estão ligados a Terra: agradeça ao planeta, por hospedá-lo por mais uma vida!
Os centros superiores estão ligados ao Cosmos, ao qual se agradece toda a amplitude e novas oportunidades de conhecimento futuro.
O homem está entre o Céu e a Terra. É um elemento híbrido: veio das estrelas mas ocupa um invólucro terrestre. Tem as duas naturezas em si mesmo: é filho da terra e é filho do espaço!
Deve saudar sua Mãe-Terra; deve saudar o Pai-Espaço! Tudo isso dentro do próprio coração."

"Nenhum iniciado sadio foi contra o exercício da mediunidade nos tempos antigos. O que sempre se alertou foi sobre o contato inquieto e aflitivo com as entidades extrafísicas dramáticas e trevosas.
E, conhecendo o ser humano e seus apegos, é mais do que certo que contatos elevados não se darão facilmente; não enquanto o ser humano não transcender os limites dos sentidos e das emoções grossas.
Se o contato for através de perspectivas avançadas, nada poderá se interpor entre as consciências. Mas que esse contato seja por objetivos nobres e que, inclusive, realize trabalhos de assistência espiritual no processo.
Que não seja um contato por curiosidade ou por mediocridade. Que seja de consciência a consciência. Ou, como diziam os antigos mestres: de coração dourado a coração dourado... Para que tudo brilhe!
Na Terra ou no Espaço, que tudo brilhe!
E que os homens, da Terra ou do Espaço, sejam felizes!
Tanto os que estão na carne, quanto os que estão fora dela."

- Os Iniciados -

(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - São Paulo, 13 de dezembro de
2006.)


- Nota de Wagner Borges: Esses escritos são a transcrição de gravações de
mensagens psicofônicas recebidas dos amparadores extrafísicos, durante uma
reunião do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB.

- Nota:

* Chacras - do sânscrito - são os centros de força situados no corpo energético e que tem como função principal a absorção de energia - prana, chi - do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico.
Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.
Os principais chacras são sete - que estão conectados com as sete glândulas que compõe o sistema endócrino: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico. Suas características básicas são as seguintes:

- Chacra Coronário - é o centro de força situado no topo da cabeça, por onde entram as energias celestes. É o chacra responsável pela expansão da consciência e pela captação das idéias elevadas. É também chamado de chacra da coroa. Em sânscrito o seu nome é "Sahashara", o lótus das mil pétalas. Está ligado à glândula pineal.
Obs.: a pineal: é a glândula mais alta do sistema endócrino, situada bem no centro da cabeça, logo abaixo dos dois hemisférios cerebrais. Essa glândula está ligada ao chacra coronário, que, por sua vez, se abre no topo da cabeça mas tem a sua raiz energética situada dentro dela. Devido a essa ligação sutil, a pineal - também chamada de "epífise" - é o ponto de ligação das energias superiores no corpo denso e, por extensão, tem muita importância nos fenômenos anímico-mediúnicos, incluindo nisso as projeções da consciência para fora do corpo físico.

- Chacra Frontal - é o centro de força situado na área da glabela, no espaço espiritual interno da testa. Está ligado à glândula hipófise - pituitária - e tem relação direta com os diversos fenômenos de clarividência, intuição e percepções parapsíquicas. É o chacra da aprendizagem e do conhecimento. Em sânscrito ele é conhecido como "Ajna", o centro de comando.

- Chacra Laríngeo - é o centro de força situado em frente da garganta. É o responsável pela energização da boca, garganta e órgãos respiratórios. Está ligado à glândula tireóide. Bem desenvolvido, facilita a psicofonia e a clariaudiência. É considerado também como um filtro energético que bloqueia as energias emocionais, para que elas não cheguem até os chacras da cabeça.
É o chacra responsável pela expressão criativa - comunicação - do ser humano no mundo. O seu nome em sânscrito é "Vishudda", o purificador.

- Chacra Cardíaco - é o centro de força responsável pela energização do sistema cárdio-respiratório. É considerado o canal de movimentação dos sentimentos. Por isso é o chacra mais afetado pelo desequilíbrio emocional. Bem desenvolvido, torna-se um canal de amor para o trabalho de assistência
espiritual. Está ligado à glândula timo. O seu nome em sânscrito é "Anahata"o inviolável, o invicto, o som sutil do espírito imperecível.

- Chacra Umbilical - é o centro de força abdominal, responsável pela energização do sistema digestório. Está ligado à glândula pâncreas. É considerado o chacra das emoções inferiores. Quando está bloqueado, causa
enjôo, medo ou irritação. Bem desenvolvido, facilita a percepção das energias ambientais. É chamado em sânscrito de "Manipura", a cidade das jóias.

- Chacra Sexual - é o centro de força responsável pela energização dos órgãos sexuais. Está ligado às gônadas - glândulas de reprodução - testículos no homem; ovários na mulher. Quando está bloqueado, causa
impotência sexual ou desânimo. Quando super-excitado, causa intenso desejo sexual. Bem desenvolvido, estimula o melhor funcionamento dos outros chacras e ajuda no despertar da kundalini. É o chacra da troca sexual e da alegria.
O seu nome em sânscrito é "Swadhistana", a morada do eu - ou morada do sol; ou a morada do prazer.

- Chacra Básico - é o centro de força situado na área da base da coluna. É o responsável pela absorção da energia telúrica e pelo estímulo direto da energia no corpo e na circulação do sangue. Está ligado às glândulas supra-renais e tem relação direta com os fenômenos bionergéticos e parapsíquicos oriundos da ativação da kundalini. O seu nome em sânscrito é Muladhara", a base e fundamento do corpo.

Obs.: Aqui não estão relacionados os chacras secundários, incluindo nisso o
chacra esplênico, em cima do baço.

07 junho 2007

Meu sonho

Ressonância Schumann



Autor: Leonardo Boff – teólogo

Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem, foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real?
Pela “ressonância Schumann” se procura dar uma explicação. O físico alemão W. O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (daí chamar-se ressonância de Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida.
Verificou-se também, que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz. Empiricamente fez-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta freqüência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas, submetidos à ação de um “simulador Schumann” recuperavam o equilíbrio e a saúde.
Por milhares de anos as batidas da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio. Ocorre que, a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.
Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui, abre-se o espaço para grupos esotéricos e outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora “esperançadores” como a irrupção da quarta dimensão pela qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com biorritmo da Terra.
Não pretendo reforçar este tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes
cosmólogos e biólogos de que a terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera. Porque somos isso, possuímos a mesma natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se quisermos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem stress, com mais seriedade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos coragem de ser anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a terra para conspirar com ela pela paz.

03 junho 2007

Sri Krishna

2007. Inicio da reta final.


Autor: Karl Bunn

Mensagem Especial para 2007

Queremos fazer aqui um alerta e uma exortação de que 2007 é o ano, cabalisticamente falando, do Peregrino, é o ano do Buscador, do Iniciado. Pelo que ouvimos, o tempo está muito curto, o que significa também que 2007 é praticamente o último ano que temos para começar um trabalho real e concreto sobre nós mesmos.

Aqueles que ficam ainda se debatendo nas dúvidas primárias, na questão elementar do "acredito/não acredito", estão perdendo seu tempo. Sempre afirmamos que a Gnose não é para pessoas vacilantes, dúbias, que querem estar em muitas escolas e ao mesmo tempo não estão em nenhuma delas.

Esses vacilantes precisam definir-se. Não que alguém vai atrás com uma lança ou um tridente cobrando coisas. Temos que avisar aqui nesse momento que o tempo de vacilações já passou. Aqueles que, de fato, estão interessados em fazer alguma coisa em seu próprio favor, de seu trabalho espiritual, esse é o último ano, magicamente o ano que soma 9.

Este é um ano especial para aqueles que já se decidiram, já começaram a praticar inclusive, mas que ainda estavam levando suas práticas um tanto quanto relutantemente. Sabemos que todos passam por dificuldades e que os conflitos pessoais acentuar-se-iam na medida em que os anos fossem passando.

Tenho visto em nossas comunidades que há pessoas com sérios problemas e ninguém tem uma pílula mágica capaz de resolvê-los. Os conflitos internos, cada qual tem que resolver na sua intimidade, no silêncio, no encontro de si mesmo. E esse é o ultimo ano que temos para isso.

Ainda que as coisas sempre cheguem atrasadas ao Brasil, o que de certa maneira gera uma vantagem, pois certos acontecimentos finais também chegarão ao Brasil com uma sobrefolga de dois ou três anos...

Em 2010, terá triplicado, praticamente. os acontecimentos que hoje assistimos e que já estarrecem a muitas pessoas. Lá pelo ano de 2012 em diante, nem temos como discorrer sobre isso, porque justamente no dia 22 de dezembro de 2012 termina o tempo do não-tempo. O que significa que se pode esperar de tudo, se não temos trabalhado sobre nós mesmos, trabalhado no sentido do desapego. É muito fácil afirmarmos "Ah! Eu não tenho apego. Ah! Para mim não tem problema!". Mas, em contrapartida, quando perdemos um amigo, entramos em depressão, em desespero, mesmo com todo o discurso de desapego.

O que podemos esperar, então, quando as coisas acontecerem numa magnitude muito maior? Esta preparação emocional, psicológica, já era para ser feita. Daí o tempo necessário para isso, para crescermos, amadurecermos, avançarmos em relação a estes mesmos desapegos.

Agora, se estávamos ou estamos vacilantes, se não conseguimos superar esses conflitos elementares, então podemos inferir que à medida que os anos forem passando, esses conflitos levar-nos-ão ao desespero, à loucura.

Não estamos jogando palavras ao vento, nem queremos gerar um clima de pânico, como inadvertidamente acabamos fazendo. Não porque geramos isso, mas só ao falar dos acontecimentos finais, muitas pessoas ficam realmente apavoradas. O nosso objetivo não é gerar pânico e sim preparar os espíritos ou dar as indicações para que cada qual prepare o seu, uma vez que ninguém pode fazer o trabalho por outro.

É claro que nessa época atual, palavras, intenções e objetivos sempre são deturpados. Muitos que ouvem isso, lêem essas coisas ou uma mensagem como a Gnose, tomam-na pelo lado negativo, como uma ameaça. Em nossa modesta visão, são tontos, pois estão desperdiçando um aviso que a Divindade deu em vez de trabalhar para superar suas limitações, estar com o espírito pronto, amadurecido para a vida difícil que se avizinha. Desdenham dessas coisas, riem, criticam, atacam... Isso é a humanidade, isso somos nós, não há como mudar.

Por isso mesmo, somos aqui [no PALTALK] um pequeno grupo, que em certos dias congrega vinte e poucas pessoas, outro dia menos de vinte, houve um tempo em que eram mais de quarenta e assim cada qual vai levando sua própria vida como lhe parece melhor. Nosso dever é avisar sobre essas coisas, alertar que esse ano de 2007 é um ano muito significativo para quem quer construir algo dentro de si, espiritualmente falando. As ferramentas para construir isso foram dadas aqui mesmo por dezoito meses; há muito material disponível, já são mais de cem horas de gravação. Esse não é um canal noticioso, de novidades. Quem quiser ouvir novidades deve ler jornais, assistir televisão, ou ir à banca da esquina e comprar jornais e revistas para encontrar novidades.

Aqui trabalhamos sempre com os mesmos temas e, mesmo assim, já abrimos demasiado, devíamos ter focado mais vezes os mesmos temas. Mas sabemos que, para a mente ocidental, para a mente novidadeira, esta repetição acaba criando mecanismo de rejeição: mesmo ouvindo, passamos a não escutar.

Queríamos aproveitar para buscar essa conciliação, a sintonia em relação ao momento que estamos atravessando. E trabalhar em cima das práticas para esse ano de 2007. Repassar alguns elementos importantes para aqueles que querem levar adiante um trabalho consistente, concreto, eficiente nesse caminho espiritual. E, dentro deste contexto, estamos à disposição para comentários e questionamentos sobre esse trabalho ou sobre as dificuldades encontradas. Talvez nem tudo possa e deva ser comentado hoje dentro deste contexto aqui apresentado.

Alguém pergunta: "a partir de que momento do trabalho, desenvolvemos o centro de consciência permanente, e como ele se expressa na vida diária?". Ele cristaliza-se depois de muito tempo de trabalho de auto-observação, de auto lembrança de si mesmo; isso não é uma coisa para algumas poucas semanas, alguns poucos meses. O desenvolver e cristalizar do centro permanente de consciência é a mesma coisa que dizer, desenvolver a Bodhishita dentro de nós e isso é um trabalho de muitos anos. Devemos ter isso em vista, mas não fantasiarmos de que vai ser conseguido rapidamente.

Não nego a possibilidade de que possa ser conseguido rapidamente, pois há pessoas a quem nós atendemos nesses anos todos, e acompanhamos no seu trabalho espiritual diário, que desenvolveram seu centro permanente em dois anos. Mas isso é uma exceção, são pessoas que se disciplinaram a trabalhar pesadamente, já vieram com trabalho espiritual feito em vidas anteriores. Tudo isso faz com que esse fator tempo aqui denominado reduza-se. Mas o normal da condição de 99% das pessoas que chegam à Gnose hoje é um trabalho de cinco a sete anos. Isso se trabalhar bem, do contrário serão quatorze, quinze anos, o normal é mais de vinte anos, pois a dura realidade da comunidade gnóstica internacional é que ninguém trabalha sobre si.

Foi uma grande surpresa nos anos noventa quando, aqui na Fundação, instituímos para oficiantes e para instrutores um mínimo de duas horas de prática, de meditação por dia. Mas isso se deu em função da constatação na época de que a média de prática dos chamados gnósticos no mundo, não chegava a trinta minutos diários. O normal é que cada um fizesse dez, vinte minutos de um rápido exercício de retrospecção do dia. Então como vai se formar um centro permanente de consciência fazendo-se zero de trabalho por dia?

Agora aqueles que se dispuserem a trabalhar, primeiro compreendam a natureza da Doutrina Gnóstica, a natureza desse trabalho, o que é o caminho iniciático. Depois de haver compreendido tudo isso, sabendo das dificuldades e das implicações, acima de tudo, de um trabalho como esse, expresse, em contrapartida, em termos de trabalho prático diário e interrupto.

Não existe sábado e domingo para quem quer o caminho, existe apenas o dia. E o dia é feito de horas, aproveitem essas horas. Muitas pessoas alegam não ter tempo para fazer práticas, mas passam duas horas por dia na frente da televisão e ainda toda noite ou duas, três vezes na semana alugam filmes, DVDs na locadora e ali já se vão mais quantas horas?

Se, ao invés de pegarem esse tempo para ficar vendo filmes, novelas, noticiários, revistas, etc., usarem para fazer meditação, teriam o tempo necessário. A crua realidade dos fatos é que somos demasiadamente débeis. Entendemos a debilidade e nós mesmos fomos assim por muitíssimos anos. Perdemos um tempo muito grande, não entendíamos a natureza do trabalho, a natureza do caminho, suas implicações, até "cair a ficha" e vermos todo o cenário de uma maneira muito clara, muito concreta, de maneira palpável. Perdemos muito tempo ou foi o tempo necessário que, particularmente, gastamos para fazer isso com segurança.

Até porque aquilo que ensinávamos não podia ser feito irresponsavelmente, não podíamos ensinar algo que não tivéssemos experimentado antes, pois senão não teríamos segurança para dizer e afirmar certas coisas.Hoje é diferente, conhecemos mais, vimos as coisas mais claramente, temos uma consciência muito maior do que aquela que tínhamos então. Cada um vai passar por esse mesmo processo.

Sintetizando tudo isso, resume-se a trabalhar diariamente. Para nós aqui, na época, estabelecemos duas horas de prática por dia como mínimo para um instrutor da FUNDASAW, isso surpreendia muita gente. Pessoalmente, surpreendo-me como achávamos difícil fazer duas horas de prática e isso é nada absolutamente.

Devemos aumentar isso para três horas, quatro horas. Como podemos fazer isso? Depende da profissão ou da ocupação de cada um. Então, cada qual tem de buscar dentro dos seus compromissos normais e da sua sobrevivência diária, os seus horários para isso. Provavelmente vai implicar em levantar mais cedo, pois que levantemos às quatro, quatro e meia ou cinco horas. Cada qual define seu horário de despertar. Entretanto, dar-se-á um grande salto quando pudermos incluir em nossa rotina diária duas horas de prática pela manhã, mais uma hora pela noite antes de ir para a cama. Teremos três horas de prática: meditação, mantras, práticas devocionais.

E, durante o dia, trabalhar muito na auto lembrança, na auto-recordação, na auto-observação, justamente aquela hora de meditação noturna antes de ir para a cama seria destinada para fazer reflexões acerca de tudo aquilo que aconteceu durante o dia.

Fazer tudo isso sem pressa, sem tensão, sem estresse. Ter o sentido da responsabilidade de fazer esse trabalho, mas não fazer isso de má vontade, pois se o fizer é porque não entendeu nada. Então, primeiro precisa voltar e compreender a natureza desse trabalho, uma vez que não o compreendeu ainda e, se não o compreendeu, faz as coisas de forma errônea e aí não há resultados.

Não que devamos buscar resultados, assim como nos alimentamos três, quatro vezes ao dia, não para buscar resultados, mas por necessidade. Da mesma forma, devemos fazer práticas por necessidade, não para buscar resultados. Assim, a própria prática torna-se um exercício relaxante e eis que surge o que o Mestre Samael dizia: "amor ao trabalho".

Se alguém quer fazer esse trabalho sem amor, e o amor não vem sem haver compreendido a natureza do trabalho e do caminho, começa mal, provavelmente até fazendo um trabalho inútil, seria melhor nem fazer se for para realizar dessa maneira.

Sobre construir um centro permanente de consciência, ele cristaliza-se em função de trabalhos realizados. Não adianta perseguir desesperadamente esse centro, não é uma meta a ser alcançada, é um resultado natural que ocorre em função de um trabalho feito, realizado com amor ao trabalho, é isso que precisa ser entendido. Tirar de nossa mente, nossa vida, essas fantasias todas.

Não adianta alguém pegar um japamala, por exemplo, e começar a repetir mecanicamente mantras, invocações ou orações todos os dias. Isso de pouco serve, pois um papagaio pode fazer a mesma coisa. Temos de estar voltados para isso, voltados a fazer nossa prática, naquele local mais oculto de nossa casa física e também da interior. E ali onde ninguém nos veja, façamos nossas orações, nossos diálogos com nossa Divindade anterior.

Uma determinada pessoa comentava: "mas a quem eu devo rezar?". Essa é a dura realidade: as pessoas quando chegam à Gnose, nem sabem a quem deve rezar. Chegam à Gnose oriundas de religiões cristãs e nelas ensinaram a elas a rezar para Jesus, pois ele é o filho de Deus. A Gnose afirma que existem os Mestres e que não existe Deus, mas existem Deuses, então a pessoa entra em confusão: "mas... E agora? A quem eu devo rezar?". A pergunta é pertinente, mas revela, ao mesmo tempo, nosso grau de ignorância espiritual.

A partir dessa realidade de zero espiritual que temos para trabalhar, pode ser que alguns tenham 0,1% de esclarecimento espiritual, mas outros, além de zero, começam a caminhar para menos zero, à medida que querem fazer de seu próprio cérebro um liquidificador de doutrinas contraditórias, misturando ensinamentos pertinentes ao lado negro e ao lado branco, achando que tudo é a mesma coisa. Desde que tenha amor, tudo vale.

Uma coisa é o discurso do amor. E digo a vocês que os tenebrosos são mestres no discurso do amor, da paz, da justiça, e é por ai que eles enganam esses que têm seu centro emocional frágil, pois isso é um apelo ao emocionalismo, ao sentimentalismo. Essa é a realidade espiritual do mundo neste momento.

Nem quero aprofundar muito sobre determinadas características, porque a simples menção de determinadas práticas já seria chocante para muitas pessoas e, tomando esses cuidados, já somos acusados de muitas coisas, imaginem quando, às vezes, tornamo-nos mais enfáticos ao sugerir que nos afastemos de certas práticas muito aceitas, certos ambientes muito freqüentados. Essa é a dura realidade nossa e os tempos estão se fechando; agora, se temos que tomar uma decisão, tomemos em favor de nosso próprio Pai que está dentro de nós mesmos.

Se não sabemos a quem rezar, o Mestre Samael diz que, em certa altura de sua vida, quando ainda estava na busca do caminho, cansado de tanta teoria, exausto de tanta informação desencontrada, decidiu afastar-se do mundo. Foi morar numa choupana de pescador no mar do Caribe e ali durante tempos, enquanto fazia uns biscates para ter o que comer durante o dia, entregou-se à meditação. A meditação dentro da Gnose é dita como sendo o alimento diário do sábio. Um capítulo do livro Psicologia Revolucionária está denominado de "O Pão Supersubstancial". O Dalai Lama medita três horas por dia de manhã, os lamas, os sábios, os místicos do Tibet têm os traseiros chatos por passarem horas e horas sentados em padmasana a vida inteira, meditando com a finalidade de anular a mente e os processos mentais.

E nós, agora com mero dez minutos, cremos de fato que vamos conseguir alguma coisa palpável e concreta neste caminho espiritual? Vamos tirar a ilusão, se queremos fazer um trabalho sério, vamos nos olhar na frente do espelho, olho no olho conosco mesmos, vamos assumir um compromisso, decidir realizar algo sério pelo menos a partir desse ano de 2007, cabalisticamente, nove, uma nova oitava. Essa nova oitava terminará no ano 2016 e até lá quem saberá que transformações o mundo terá passado e se nós ainda estaremos aqui?

Esse despertar da consciência, dar-se conta da gravidade do momento e da necessidade de fazer um trabalho concreto sobre nós para deixarmos de ser tão materialistas, tão voltados para as coisas do mundo exterior. Temos que nos voltarmos mais para o mundo interior.

Um bom começo seria nesse ano de 2007, começar com três horas de meditação, duas horas pela manhã e uma hora à noite antes de ir para a cama. Porque muita gente deita na cama e diz que faz duas horas de prática, mas não é bem assim. É preferível fazer uma hora de prática sentados ao pé da cama em posição Zen, ou padmasana os que conseguem.

Tratar de estudar retrospectivamente o dia, tomar consciência de seus erros, tratar de ver suas mecanicidades, buscar encontrar dentro de si uma atitude positiva após uma autocrítica, mas sem culpa. Isso que nos ensinaram aqui no Ocidente de culpabilidade é um problema sério, pois o ego para se esconder faz-se de "coitadinho" e esse é um tremendo obstáculo. Não temos que nos fazer de "coitadinhos", temos que, simplesmente, olhar-nos de frente, para dentro de nós, no espelho da auto-reflexão interior profunda, evidente do Ser, como dizia o Mestre Samael.

Com paciência, fazendo isso dia após dia, gradativamente, vamos nos tornar mais profundos, mais exatos na auto percepção, na auto-análise, na contemplação de nós mesmos e de nossas próprias realidades interiores.

Comentou-se muito das bases fundamentais, das quatro nobres verdades, das paramitas, o óctuplo Sendeiro de Buda, do Selo Hermético, Bhakti Yoga, Karma Yoga, dialética da consciência... Toda essa base já foi dada ainda que com o auxílio, é claro, das obras que estão disponíveis. Sempre que necessário devemos lançar mão disso para refrescar muitas vezes nossa memória ou para proporcionar uma chispa de compreensão ao rever um determinado ensinamento.

E assim sem pressa, sem tensão, mas seguramente avançando, realizando o trabalho naturalmente, esse Centro de Consciência Permanente vai cristalizando-se dentro de nós, a consciência vai ancorando em nós. Temos uma consciência, mas está espalhada, dispersa, não está ativa, está adormecida, reage em função dos condicionamentos da própria mente, do próprio ego.

É esse mecanismo que temos de desarmar, esse jogo que devemos jogar na meditação. Ficar observando a própria mente, observando os "macacos" pularem agitadamente de galho em galho, sem finalidade nenhuma. Mas eles pulam. Dominar a mente é um dos primeiros passos, não esquecer de nós, expressarmos a conduta reta, tantas vezes mencionada.

Com todo esse ferramental, esse conjunto de atividades, gradativamente nosso mundo interior vai modificando-se. Temos de fazer nossa parte primeiro, para que a mudança aconteça. Se alguém perseguir uma mudança ela foge, não se consegue nada perseguindo, mas sim permanecendo sereno, tranqüilo, em paz, centrado em si mesmo. Só assim as coisas consolidar-se-ão em torno de si mesmo. Enquanto estivermos agitados como pedras rolantes, é claro que nada vai aderir.

Alguém comenta ou pergunta aqui "Estas práticas meditativas costumam reduzir o tempo de sono de oito para três horas?". Acho muito difícil alguém reduzir para três horas, eu reduzi para quatro, cinco horas bons tempos na vida enquanto estava fazendo experiências comigo mesmo. Agora encontrei um outro ponto de equilíbrio que me parece mais adequado, mas é possível umas cinco horas sem se desgastar.

Um dos obstáculos que temos é exatamente esse: se levantamos cinco horas da manhã e deitamos as dez, onze horas da noite, então ficamos um largo período acordados. A natureza mostra claramente em fatos que todo animal precisa, nesse meio tempo, de repouso.

Aqueles que puderem, na hora do almoço, tirar para si 15, 20, 30 minutos para repousar, para tirar uma soneca ou fazer alguma prática interna como sempre fazia o Mestre Samael, isso vai dar um alívio no sistema nervoso, no sistema parassimpático. É altamente aconselhável, mas sei que na cultura e no mundo desumano de hoje, poucas empresas oferecem essa possibilidade, esse repouso na hora do almoço.

Aqueles que moram em cidade menores podem desfrutar disso. Aproveitem! Façam isso! Agora quem mora em cidade grande realmente é difícil. A escolha que teriam de tomar é mudar de cidade, sair do caos infernal para uma outra condição ou mudar de emprego, mesmo que na mesma cidade.

Sacrificar algumas coisas e trabalhar menos, para que se possa ter mais tempo para si e para este trabalho, isso realmente é importante. É claro que nenhum de nós vai poder abandonar tudo, aqueles que têm compromisso de família, são casados, têm família para sustentar, não podem ser levianos a ponto de largar tudo. Mas podem gradativamente mudar a sua condição, reduzir compromissos, reduzir gastos, trabalhar menos.

Buscar alternativas sem pressa, buscando o apoio da Lei, comprometendo-se com a Lei, fazendo isso, digo a vocês que as oportunidades abrem-se. Mas cada oportunidade que nos é aberta a partir desses meios aumenta mais nosso compromisso e responsabilidade. Melhor não negociar nada com a Lei Divina se não temos a certeza e a segurança de cumprir com o juramento.

O que realmente é a causa dos fracassos, é porque não criamos o hábito de fazer as práticas. Começamos a fazer essas práticas hoje, sustentamos essa rotina durante uns quantos dias e então surge um acontecimento qualquer, um convite para uma festa, uma reunião de amigos, um aniversário não sei de quem, uma oportunidade de ir à praia e no impulso vai-se. Ao voltarmos, já não é mais a mesma coisa, algo afetou, balançou e não temos a força necessária, o thelema, para retomarmos essa vida.

O que precisamos entender é que se alguém quer esse caminho, deve transformar-se num monge na sua própria casa, na empresa, no trabalho em que está. Tem que encarnar esse princípio do monge, fazer seu trabalho, enquanto trabalha. Isso da conduta reta, do amor Ágape, isso da ética superior, abordada no tema das paramitas.

São ferramentas formidáveis que nos permitem trabalhar concretamente com fatos, não na teoria, filosofia da Gnose, mas nos fatos concretos. Cada qual tem que achar a sua maneira de resolver isso, todos nós sabemos que precisamos fazer trabalhos concretos, práticos, cumprir uma rotina de práticas esotéricas diárias, sem falhar nenhum dia.

Recentemente, alguém me consultou: "Ah! Estou pensando em "dar um tempo" nas minhas práticas, o que você acha disso?". Ele já sabia qual era o meu pensamento, mas mesmo assim escreveu. As pessoas sabem, mas duvidam daquilo que sabem, querem buscar em alguma palavra nossa um motivo para "dar um tempo", só que esse "dar tempo" é igual a morrer, jogar fora o trabalho, uma vez que muito pouco resta.

Se viemos de uma rotina de trabalho de seis meses, duas horas por dia, é claro que isso gera um resultado interior, pode não ser muito, mas já tem alguma coisa dentro de si, percebe-se que houve mudanças dentro de si.

Então diz: "vou dar um tempo". Uma semana que passa ele volta ao zero, se algum dia retornar (e foi o que eu disse a essa pessoa) e se retornar vai ser muito mais difícil. O inimigo que está dentro de nós gerou resistências, defesas naturais muito mais poderosas que estarão esperando este pobre estudante para quando ele tentar voltar, se é que vai voltar. Estatisticamente, a maioria não volta.

O que a Gnose ensina como um conhecimento universal, o Budismo, o Cristianismo original também ensina. Ela pode ser tomada e aplicada em muitas atividades humanas. Podemos levar esses princípios para nosso ambiente de trabalho. Tanto isso é verdade que um consultor empresarial escreveu um livro chamado O Monge e o Executivo e ganhou milhões de dólares e hoje cobra cinqüenta mil dólares para fazer uma palestra de um dia sobre esse tema. Esteve recentemente aqui no Brasil, em São Paulo e Curitiba também, e qual foi o pulo do gato dele?

Ele fez um estudo dos valores ensinados por Buda, por Cristo, por Krishna, por Pitágoras, todos os sábios da humanidade e fez os devidos paralelos com o ambiente corporativo. Parabéns para ele! Teve a inspiração, acreditou e correu atrás, teve a ousadia de lançar um trabalho e colheu os resultados, uma pessoa que é aplaudida em muitos lugares.

Um dia desses, nas férias, estava falando com uma pessoa que estava em conflitos, não sabia o que fazer. A pessoa queria ir para o reveillon e me perguntou o que eu achava. Eu disse: "bom, o que você fez todos os anos anteriores?". Ela disse: "sempre fui para o reveillon". Eu respondi: "então faça alguma coisa diferente esse ano, não vá para reveillon nenhum". Por circunstâncias, ela acabou perdendo a oportunidade. Sugeri para que fosse fazer um retiro num monastério budista, não conseguiu ir, pois tomou a decisão em cima da hora, mas com isso evitou repetir o padrão de todo ano, que era cair na gandaia, de certa maneira, ou ir para diversão com os amigos. Indiquei esse livro, o Karma Yoga e outras práticas mais, em vez de sair para se divertir. Quebrou a rotina e essa quebra de rotina pode ser o início,de um trabalho, de uma mudança profunda na vida das pessoas.

Ela me comentava exatamente que, na empresa em que trabalha, realizaram um seminário com esses princípios contidos no livro O Monge e o Executivo, mas as pessoas não incorporaram esses valores, ouviram o conferencista e a vida segue, não houve mudança de atitude nos diretores da empresa, então o mundo segue girando.

Obras como esta, efetivamente contribuem para uma mudança e uma melhoria nas condições de trabalho. Caso apenas entrar por um ouvido e sair pelo outro, deixando um registro na memória sem que haja uma iniciativa concreta, é só papagaiar, não sair do lugar, nada muda.

A mesma coisa acontece com as doutrinas, se pegarmos os seus princípios e implementa-los, seja numa instituição como a de recuperação de dependentes químicos, numa empresa ou nossa vida pessoal, é claro que as coisas começam a mudar. Mas para isso é preciso ter um poder de vontade. Porque toda vez que alguém começa a fazer um trabalho à frente de uma instituição, surge uma oposição tremenda, esta oposição que surge fora toda vez que alguém quer fazer um trabalho, surge pois está dentro de nós.

È só alguém querer implementar em sua vida pessoal uma disciplina de trabalhos espirituais, essa resistência surge dentro dele, o que, em Gnose, damos o nome de o Demônio Caifás, da má vontade. Aquele que opõe resistência a tudo, o que condena e entrega o Cristo à crucificação.

Todos esses princípios de luz e de trevas estão dentro de nós, auto conhecimento é pesquisar. Não se faz da noite ao dia, demora-se, sofre-se, cai-se muitas vezes, mas nenhum Mestre está ali com uma maquininha de contar quedas, eles não olham isso, só olham se o discípulo continua na luta, mesmo tendo tombado novecentas e noventa e nove vezes. Olham o espírito de luta e darão quantas oportunidades forem necessárias para ele continuar na guerra. Agora se cai e aproveita e tira uma soneca no chão, é claro que oportunidade nenhuma merece.

Essas coisas elementares e simples é que temos de considerar nesse trabalho, não ficar com tantas teorias. Infelizmente, dentro da Gnose, conseguimos transformar uma doutrina num amontoado de fantasias, princípios rígidos ou leis incompreensíveis, quando o que o Mestre Samael e outros Mestres quiseram foi é passar um sistema prático de vida e não sistemas complexos que servem apenas para afiar o intelecto.

O conhecimento é dado, trazido ao mundo, mas cada qual utiliza como quer, não se tem, nem se pode ter o controle sobre isso. Cada qual é livre para escolher o que quer fazer, ninguém é obrigado a acreditar em Gnose, em Samael, em Avatares, em coisa nenhuma. Mas respeite aqueles que acreditem, deixe o outro acreditar, se alguém vem pedir ajuda, ofereça ajuda, se é que tem algo a oferecer.

No Sutra da Mente consta um ensinamento budista dado a um grupo super-reservado de Buda quando esteve entre nós no mundo. Nesse sutra é comentado o seguinte: quem teria maior mérito? Aquele que tivesse tesouros suficientes para encher três universos inteiros e doasse isso para caridade, teria um grande mérito, mas o mérito maior, ensinou Buda, é aquele que pegasse quatro linhas ou princípios de uma doutrina santa e ensina-se isso às pessoas para que elas pudessem livrar-se da dor, do sofrimento e do Samsara, esse teria maior mérito, e não aquele que doou o tesouro do tamanho de três universos, não de três malinhas. Comparativamente, valeria mais aos olhos da lei aquele que simplesmente ensinasse quatro linhas de um ensinamento redentor. Isso é motivo de reflexão.

È evidente que para ensinar quatro linhas de um conhecimento, primeiramente precisamos compreender essa doutrina, porque do contrário, possivelmente, ainda vamos adulterar essas quatro linhas. Precisamos ensinar algo de uma doutrina legítima, doutrina brancas como denominamos aqui e ensinar isso a outras pessoas. Esse é o terceiro fator de revolução da consciência. Agora como ensinar se nem a compreendemos? Aí está um dos desafios. Queremos ensinar sessenta e três livros, trezentas conferências quando nem entendemos a primeira linha e só deveríamos ensinar a primeira linha desse ensinamento, assim estaríamos agindo corretamente.

Percebam como é sutil, delicada, toda essa questão do ensinar, compreender, do dar, movimentar-se nesses desdobramentos dessas realidades cósmicas. Alguém que conhece uma doutrina salvadora, que possa liberar do sofrimento do Samsara, começa a praticar e depois a abandona porque não consegue superar as resistências de si mesmo e desiste, só por ele mesmo atrairá maiores sofrimentos.

O sofrimento dá-se em função da dor e do prazer, sofrer também gera mais sofrimento, prazer também gera mais sofrimento. O sofrimento e o prazer são apenas duas faces de uma mesma moeda nesse mundo da forma, temos de ir para o Vazio, para o Nirvana, sair do mundo da forma e diluir-se na não-forma que se chama Nirvana.

O Nirvana não é um lugar, é um estado de consciência e isso nos remete ao que a Gnose diz: ir além da dualidade da mente. Enquanto estivermos sendo moídos, esmagados pela dualidade da mente, dor e prazer, sim e não, feio e bonito, esses princípios da forma só nos gerarão mais dor. Liberdade só haverá quando fugirmos da dualidade da mente, muitos sonham com liberdade, alimentando a dualidade mental, isso é um absurdo, não têm idéia do que estão fazendo.

Oxalá sejamos claros em expressar isso, colocando certos princípios dessa forma. Então, vence aquele que persevera. Os Mestres, os Deuses, eles não estão ali para contar nossas quedas, isso é normal, é parte do aprendizado. Não há como se fazer consciência e renunciar à dor ou ao prazer sem ter vivido a dor e o prazer.

Aceitação e rejeição, não temos que aceitar nem rejeitar, temos que achar a compreensão, o vazio, a consciência, romper os apegos, os lastros, e isso se dá pela compreensão. Gradativamente, vamos construindo nossa libertação e não precisamos acreditar ou não em Deus, pois isso é da dualidade da mente, devemos ver o aspecto vazio que está entre os dois. Esse é o único desafio que nós temos. Despertar a consciência é cair no vazio, viver na compreensão, não na dualidade dos extremos.

Muitas pessoas, para fazerem o trabalho, querem uma motivação, mas a motivação que elas buscam é a motivação da cenoura na ponta da vara, de uma recompensa, um prêmio. Neste caminho esse tipo de motivação não serve. As empresas, como motivação, oferecem recompensas pecuniárias, dinheiro ou promoção e assim jogam o seu jogo de sedução, de tentação.

A única motivação nesse caminho é superar o Samsara, o mundo da forma, diluir-se no vazio, encarnar o Cristo, o Buda. Isso são formas, palavras que usamos para dizer a mesma coisa, transmitir uma realidade que nos escapa aos cincos sentidos ordinários. Se tivéssemos pelo menos o sexto sentido aberto muitas dessas explicações tornar-se-iam ridículas e desnecessárias.

Aí estaria uma boa motivação, porém todo novato faz essa pergunta: "mas porque devo praticar isso?". Quando nós, como instrutores, também éramos novatos ou simples estudantes, a gente dizia: "ah... Para despertar seus poderes, alcançar a felicidade ou para você poder viajar em astral". Isso é tudo bobagem, cenoura na ponta da vara para motivar o burro a puxar a carroça, motivar a seguir com o Samsara, aprisionados neste mundo como escravos das ilusões.

Para mim, a maior motivação é liberar-se de todos esses mecanismos, realizar o vazio dentro de nós, não como algo a ser perseguido, mas como uma expressão que precisamos utilizar para transmitir que algo acontece, mas que, por nossa cegueira, surdez, nos afastamos e nos esquecemos dessas coisas.

Então, muitas vezes temos de dizer a um novato: "não para despertar seus poderes". Isso porque talvez ele queira poder no começo. Então precisamos esticar uma varinha e colocar uma cenoura na ponta, senão nem sequer ele motiva-se a estudar. Entretanto, se queremos avançar nesses ensinamentos, esqueçamos isso, agora é hora de sentar em padmasana e achatar nossos traseiros, entrar em meditações dia após dia, até algo acontecer, mudar, até havermos ultrapassado as trevas de Maya ou deste véu que nos prende ao mundo da forma.

Não tem outra maneira de explicar esses princípios ou realidades. O Mestre Samael falou que se não tivesse experimentado o vazio iluminador quando tinha dezoito anos de idade, não teria se lançado a esse caminho com tanto ardor, empenho, motivação. Mas para que ele experimentasse esse vazio iluminador aos dezoito anos, se vocês lerem o livro As três montanhas, verão que desde os quatorze anos ele se empenhou em fazer muitas práticas e foi na Fraternidade Rosa Cruz que aprendeu as práticas que, naquela época, lhe deram os melhores resultados e, como ele mesmo diz, na Teosofia ele aprendeu a fazer lindas e maravilhosas palestras, mas não aprendeu prática nenhuma.

Ele só aprendeu as práticas na Rosa Cruz Antiga, nos livros de Krumm Heller, de cujos livros, na época, ele retirou a fórmula, e depois a aperfeiçoou, da Alquimia Sexual. Cometeu erros no começo em relação a isso, mas corrigiu. Se alguém tiver a felicidade de experimentar esse vazio iluminador, que o Mestre Samael consegui experimentar, vocalizando uma hora diária os mantras por ele mesmo ensinados no livro As três montanhas, quem sabe alguém de nós seja abençoado com uma experiência dessa. A minha motivação não passa por ai, é outra, não serve praticamente pra ninguém.

Agora, aqui mesmo na Fundação, houve pessoas que tiveram experiências similares a essa e esse foi um fator definitivo nas suas vidas para se lançarem às práticas com mais intensidade e inclusive alargar o número de horas diárias. Aqui entre nós há pessoas que realmente praticam seis horas de meditação diária há muitos anos. O que falamos aqui não é bobagem, é constatação do trabalho coletivo desta instituição, parte da história da instituição que representamos. Não quer dizer que somos melhores, nem melhores nem piores, pois isso é da dualidade mental, estou apenas relatando fatos sem pretensões.

Alguém nos pergunta o que eu quero dizer quando o estudante alcançou algo de concreto. Uma experiência do Vazio Iluminador, um desdobramento consciente desde o momento que ele descola do seu corpo, sai do seu quarto, vai a algum lugar, faz o que tem de fazer, vê, examina, toca, dialoga, toma um suco e depois, sem nunca ter perdido a consciência, retorna a seu corpo físico, percebendo como se dá o encaixe, uma percepção clarividente de um elemental, um diálogo com algum Mestre da Loja Branca e traz a lembrança até o cérebro, despertar Kundalini, ativar os chacras, tudo isso é concreto.

Essas coisas, sim, dão motivação para a pessoa. Por outro lado, conhecemos pessoas aqui na Fundação e fora daqui, que foram instrutores e que tinham muita facilidade para sair em astral. Eles relatavam experiências fabulosas, até para a inveja de muitos irmãos que praticamente nunca saíam em astral. No entanto essas pessoas com tais habilidades afastaram-se da Gnose. Com isso quero dizer que o mundo astral e suas experiências são muito ilusórias e quando falamos no Vazio é ir além dessas dualidades mentais e dos fascínios dos paraísos moleculares. Devemos ir além de todo e qualquer fascínio e o mundo astral fascina a muitas pessoas.

Dentro da Gnose fala-se muito em sair em astral. O Mestre Samael tinha um propósito quando ele começou a Gnose de ressaltar o desdobramento astral e falou isso de tal maneira em seus livros que quem lia achava que era só fazer aquilo que naquela noite ele saía em astral, e a partir daquele dia ele sairia em astral a hora que quisesse. Este é um engano, decepcionou muita gente, o próprio Mestre Rabolu, que sempre enfatizava muito a questão da viagem astral, de certa maneira, decepcionou-se ao ver os fatos concretos na sua escola. Raríssimos conseguiam sair em astral, apesar de todo empenho e motivação que ele tentava transmitir as pessoas.

Isso porque o desdobramento astral não depende da vontade de alguém. Desdobrar o ego é relativamente fácil, mas para desdobrar o corpo astral, como ensina o Mestre Samael, primeiro é preciso possuir um corpo astral e quantos de nós temos um corpo astral? Estou falando em termos de humanidade, pode ser que aqui nessa sala, grande parte de nós tenha um corpo astral porque um dia já forjou. Porém está tão doente, acabado pelos milênios de lama onde estamos rolando que praticamente perdemos todos esses poderes, então quem se empenhar a trabalhar com meditações, pranayamas, mantralizações, em dois anos, se trabalhar diariamente, passa a ter essas experiências.

Se cairmos em fascínio, isso se tornará nosso inimigo e provavelmente a causa de nosso fracasso na iniciação, até podemos sair em astral, mas aquele que se deixa fascinar se atirará ao mar pelo canto da sereia e vai morrer afogado. Ulisses, que não era bobo, pediu para ser amarrado ao mastro do seu navio, outros marinheiros que estavam com ele, deixaram-se atrair pelo canto da sereia e atiraram-se ao mar, morrendo afogados.

O mundo astral derrota a muitos incautos, esses que se fascinam pelas belezas, paraísos que se podem encontrar. Essa não é a finalidade da Gnose, o objetivo não é desdobrar o corpo astral ou o ego, isso serve para qualquer escolinha nas esquinas, para os espaços esotéricos pop. O objetivo da Gnose é auto-realização, eliminar seus defeitos, tornar-se uma pessoa virtuosa, um santo, um casto, alguém que se estabelece no Vazio, encarna seu Buda íntimo e para alguns do seu Cristo intimo, de acordo com o caminho que eleger ao longo da iniciação. Isso é a Gnose, não é ensinar alguém a desdobrar, a ter poderes isso é decorrência natural de uma prática que se faz e que precisa ser feita.

Tudo precisa ser construído, essa construção faz-se da mesma maneira que um pedreiro constrói uma casa, tijolo por tijolo, são horas e horas de meditação todos os dias sem falhar, isso é um trabalho concreto, não é fantasia. Fantasia é você ler livros e é uma das maiores dentro da Gnose, pois não é carregando todos os livros de Gnose nas costas que alguém vai se iluminar.

Sair em astral com o ego consciente não é prova nenhuma, é algo concreto, isso é verdade, mas não é prova de avanço espiritual. Porque muitos percorrem as iniciações maiores sem se dar conta, de consciência adormecida, não porque são adormecidos, mas porque os adeptos vigiam muito zelosamente a liberação dos aprendizados que recebemos nos mundos superiores. Nem tudo que nos é ensinado nós trazemos ao cérebro físico, porque eles não deixam e às vezes são surpreendidos quando alguém consegue furar esses bloqueios que eles utilizam para a nossa própria proteção.

De alguma maneira, eles tentam evitar que acabemos nos fascinando com essas experiências e esquecendo-se do verdadeiro trabalho, que é desenvolver o fogo interior, Kundalini, que é a base de todo trabalho iniciático. Não estou falando desse chamado desenvolvimento espiritual, porque hoje em dia todo mundo fala: "ah... Porque isso é bom para meu desenvolvimento espiritual". Mas que desenvolvimento espiritual é esse que as pessoas falam?

Acham que é ler livros, participar de alguns rituais debaixo de uma árvore, participar de uma cerimônia externamente realizada em algum templo Budista, Rosa Cruz, Teosófico, isso é o chamado desenvolvimento espiritual dessas pessoas? Então eles estão a milhões de anos-luz da realidade.

Quando, em Gnose, se fala em desenvolvimento espiritual, ele é medido, esse metro é o fogo que cada um porta dentro de si, "com a vara que medirdes sereis medidos". Quando um adepto quer medir o avanço de um discípulo, por um processo, eles sacam o Kundalini da coluna de uma pessoa e medem, assim como nós, com uma fita métrica, medimos a altura de uma cerca, com os olhos espirituais vê-se dessa forma. Não é vago, não é "ah... Ser vegetariano é muito bom pra meu desenvolvimento espiritual", é capaz de morrer de inanição, conquistar alguma enfermidade de deficiência vitamínica antes de se desenvolver espiritualmente.

O único desenvolvimento reconhecido na Loja Branca é medido pelo fogo, todos nós começamos como simples alunos e eles sabem dessa condição de recém chegados ou então de lutadores antigos que, por razões cármicas, não conseguiram maiores avanços. Nesse caminho, primeiro paga-se o carma, ou o grosso do carma, para depois se ter direito aos tesouros do espírito. Imaginem por um momento que se Deus ou a Lei fossem imprudentes a tal ponto de liberar os tesouros espirituais a uma pessoa que não pagou suas dívidas ainda, vocês fariam isso? Emprestariam dinheiro para um conhecido enganador? Se nós aqui não fazemos isso, muito menos a Lei Divina que nos conhece por dentro e por fora.

Os princípios são idênticos, o que se faz aqui com aquilo que se faz lá, eles fazem tudo com perfeição, nós aqui o máximo que podemos buscar é a excelência no fazer, esforçar-mos muito para ter um bom resultado achando que aquilo é a perfeição, mas bem longe se está da perfeição. Agora os adeptos, diferentemente, só aceitam a perfeição. Nos iniciados até a terceira iniciação maior há muito tolerância. As coisas lá são muito precisas, adequadas ao raio, à natureza, ao caráter e ao grau de cada um de nós.

Se tivermos fantasias durante o dia, elas tornam-se sonhos à noite e não necessariamente isso é uma experiência concreta, parece concreta, mas porque estamos adormecidos não temos capacidade de saber se ela é concreta, podemos ter a impressão de que era algo real, mas é só uma impressão.

Muito cuidado com essas "experiências". Cada qual deve encontrar a sua motivação para fazer o seu trabalho, mas com a seguinte ressalva, não busque resultado, pois o resultado fugirá. Devemos fazer nosso trabalho da mesma forma que fazemos nosso alimento o qual comemos todos os dias para manter o corpo saudável, da mesma maneira tem que se alimentar o espírito para que tenha saúde, força e energia para trabalhar em seu mundo. Assim como o corpo trabalha aqui, o espírito trabalha lá, a alma trabalha lá, são três mundos distintos, corpo, alma e espírito.

Oxalá isso seja o suficiente para acordarmos, fazer práticas. Esse é o ultimo ano, o ano definitivo, o ano que representa o transpor do umbral dos nossos trabalhos.

* O texto acima é uma cópia íntegra (feitas algumas alterações para dar o formato de texto), da conferência ditada por Karl Bunn, presidente da Fundação Samael Aun Weor - www.fundasaw.org.br - realizada no dia 09/01/2007, por meio do programa Paltalk, via Internet. Equipe: Transcrição de texto: Mariana Cunha. Copydesk: Wagner Spolaor

Para baixar e ouvir esta conferência veja
http://www.gnose.org.br/conteudo.asp?id=64&texto=6405&tipomenu=h

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